sábado, 20 de abril de 2013

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Sexta-feira e com toda a gente a confirmar, lá estaremos na Ajuda para a 4ª jornada do cascata deste ano. Normalmente os jogos dos Espertalhos são equilibrados e divertidos desde que não deixem o Rogério bater em pessoas. As expectativas são altas, esperemos que se confirmem.
Até sexta.

domingo, 17 de março de 2013

Classificação da 3ª jornada


Banheira dos Lais mete água na recta final

Os Lais da Carangueija organizaram esta 3ª jornada do campeonato deste ano e desde cedo as surpresas marcariam a ronda, com as saídas precárias no primeiro nível dos candidatos Mamedes, Espertalhos, FPM e Ex-Cavs.A parte escrita foi demasiado elaborada, embora não tenha prejudicado as equipas, e os Persistência da Memória saíram incólumes deste nível com 10 respostas certas.Na primeira ronda de cascatas a contenda foi muito equilibrada, com apenas quatro pontos a separar o segundo do 15º(!), enquanto que os Persistência levavam de avanço os pontos que conquistaram na parte escrita. No segundo nível as banheiras do cinema começaram a meter um pouco de água e as equipas começaram a destacar-se para alcançar o terceiro nível.O jogo continuava a ser bem conduzido e os Persistência quase que garantiam a vitória o que acontecia pela primeira vez ao fim de três jogos.Duracell, 1,2,3 Madrid, Universus e Frikadaellos ficariam por aqui, obtendo no entanto boas classificações em prejuízo dos clientes habituais do terceiro nível e das surpresas do dia: Indomáveis (de regresso às finais) e Golfinhos. O terceiro nível serviria para discutir o pódium : Ordem do Fónix, Indomáveis e BMV estavam melhor colocados, mas estes últimos foram bastante prejudicados na parte final, sem possibilidade de recorrer ao Chicken eye o que lhe daria mais um ponto, já que as perguntas desta última fase não tiveram a revisão adequada por parte dos organizadores, o que acabou por manchar a sua prestação até ao momento bastante satisfatória. Vitória normal dos Persistência da Memória que já lideram o campeonato com uma vantagem de sete pontos sobre os Mamedes e que têm o maior número de pontos conquistados. Destaque para os Indomáveis que conseguem o primeiro pódium desde há algum tempo e para os Ordem do Fónix que fruto do segundo lugar, prometem luta na conquista do troféu. A foto é de arquivo, desta vez não houve registos...

Classificação após a 3ª Jornada


sábado, 16 de março de 2013


Classificação Geral (3 jornadas disputadas)

1º Persistência da Memória-30 
2º Fernando Mamedes -23
3º Ordem do Fónix - 22
4º BMV - 18
5º Feios Porcos e Maus- 14 
6º Indomáveis SAD -10 
7º  Ursinho Bóbó- 10               
8º Espertalhos do Carinho -8
9º Ex-Cavaleiros - 7              
10º Golfinhos - 5         
11º  Frikadaellos -5    
12º  Lais da Carangueja -5   
13º  Universos e Frigoríficos -5    
14º NNAPED- 4
15º Duracell Extra - 4 
16º 1,2,3 Hala Madrid -4
17º Folie à 5 - 4   

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Superavit em Cascata - Edição Fevereiro



Mas que quiz Freak-o-deles.
por Gabriel Alves



Quem como eu já viu muito jogo da bola e, ocasionalmente, algum futebol não pode deixar de ficar surpreendido com os paralelismos entre a arte do esférico, o quiz e do quanto tudo isto está longe de ser uma ciência exacta. Por isso, na antecipação do quiz Frikadaéllico, tinha em mente uma mistura entre rigor nórdico e irreverência, a procura de um espaço para brilhar e o poder de surpreender, uma espécie de quiz a la Brian Laudrup ou talvez até uma Victoria Silvstedt.

O resultado final, infelizmente, não foi por aí como avanço nos meus cinco pontos:

1º Um quiz uns bons sete palmos debaixo de terra – Nunca a táctica da cascata temática em pressing ao longo do jogo foi usada de forma tão arrojada. Não só a turma dos Frikadaellos optou por um tema que não era transversal à sala (o universo do Metro), como o levou do primeiro ao terceiro nível, quando por norma a experiência recomenda que as invenções fiquem pela primeira fase. Além do mais, a táctica revelou-se inconsistente e pouco ponderada, porque se a uns calhavam estações a outros calhavam citações, pelo meio de personalidades mortas ou forcas do Metro que, uma vez mais, resultaram numa clara dispersão e pouco entretenimento. Cultura Underground é um bonito trocadilho sim senhor, mas a viabilidade do mesmo teve o ritmo e alegria de uma qualquer casa funerária.

2º A vantagem da finta curta, face à condecoração lenta – Sejam 16, 14, 10 ou 6 equipas em jogo, perguntas com mais de três linhas nunca são augúrio de clareza e simplicidade, mesmo com projecção. Se a isso se juntar o entusiasmo que geram comendas e confrarias, temos um autocarro estacionado à frente da motivação. Uma vez mais, algo que teria passado por baixo do radar se não tivesse sido utilizado à condição de tema mas, em vez disso, duas ou três perguntas pelo meio. É o chamado falso rápido, um tema que se enche num instante, mas que demora muito tempo a ser digerido pela audiência.

3º Que nunca se espere ouvir um silêncio ensurdecedor no Quiz – O público da cascata é mexido, buliçoso, gosta de agitação, bifanas e da jinga do copo a bom preço. Como tal, da parte da organização espera-se endurance, capacidade de flanqueamento auditivo e comunicação com todos os sectores. É essa a razão porque nem todos os membros de uma dada equipa se adequam às funções de skipper do microfone, a bem de um jogo fluído, menos granel e mais horas de sono. A título de recomendação, que se ponham os organizadores a precisar de rodagem num terceiro nível, em que o número de equipas é mais reduzido. No palco de Fevereiro, um certo empastelamento na condução do jogo contribuiu para a sensação de um quiz pesado, apesar de nunca ter faltado leveza na boa disposição.

4º Uma tentativa de não tentar jogar aberto – Um quiz “difícil” não tem que ver apenas com a escolha de temas ou com a condução do jogo. Tem a ver com a forma como o mesmo é estruturado do ponto de vista do organizador em relação a quem joga. A meu ver, os Frikadaellos não nivelaram o quiz pela audiência mas sim pelas suas próprias expectativas, algo que se pode dever a alguma inexperiência ou ao desejo inconsciente que muitos organizadores têm de “Finalmente vou poder ver num quiz coisas que eu gosto e raramente vejo”. A dificuldade média foi elevada o que, a juntar aos temas, complicou o sistema. Face ao segundo nível, o terceiro acabou por parecer acessível, coisa que por norma não se verifica na lógica de pirâmide que o jogo tem.

5º A simplicidade do quiz como arte plástica – Passa por não complicar, por não achar que um quiz não é sério se for acessível. É uma experiência organizativa diferente de, por exemplo, um quiz de bar onde a vertente lúdica é ainda mais forte, mas a cascata não tem que ser um poço. No entanto, há diferenças entre um quiz exigente e um quiz impraticável e tudo começa na simplificação. A parte escrita era engraçada, mas a forma de a pontuar era complexa e exigente. Os temas não foram uma boa aposta, mas mais perdoáveis se tivessem ficado pelo primeiro nível. As perguntas podem sempre ser simplificadas na sua estrutura e a organização organizar-se para proporcionar um espectáculo bonito, moderno, arejado.


Quiz é quiz e vice versa e, como tal, a imprevisibilidade faz parte do jogo. Esperemos que em Março essa imprevisibilidade seja mais pelo lado positivo e que na próxima vez que os Frikadaellos subam aos relvados organizativos levem memória da última exibição e mostrem mais de Brian Laudrup e menos de Martin Pringle. Até breve, sempre em superavit.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Classificação Geral em Fevereiro

Classificação da 2ª Jornada

Tortura quizística superada pela boa disposição geral !

Uma jornada em que não choveu, coisa rara nos dias de hoje e em que faltaram duas equipas (Indomáveis SAD e Golfinhos, o que faria prever que algo de anormal poderia passar-se. E assim foi, um jogo cheio de baixos, torturante, com demasiadas perguntas sobre o mesmo tema (a cascata Underground entra para a história como uma das mais desinteressantes de sempre); No entanto, destaco a excelente apresentação visual do jogo, com alguma periclitância na condução ao princípio, facto normal se atendermos que houve estreias neste aspecto. Mas foi mau este ensaio; Mau demais se atendermos na pouca diversidade temática, no tamanho das perguntas (quase maiores que o ecrã) e na dificuldade generalizada nos três níveis: 37 perguntas (mais um record batido) deram à volta à sala, o que significa que 21% do jogo teria de ser repetido se os regulamentos o determinassem e as perguntas sem resposta certa sucediam-se, sempre em crescendo (9 no nível 1, 13 no 2 e 15 no nível 3). Um desastre este jogo dos Frikadaellos, o Luís já nos habituou a muito melhor. Em relação à prestação das equipas, o nível escrito denotou algumas especificidades na pontuação das perguntas que fez baixar as classificações, o que deixou os Mamedes em primeiro isolados e os 1,2,3 Madrid em último, sem pontos. Com o descalabro underground do nível 1, safaram-se as equipas que habitualmente andam nos lugares da frente, com tanta parvoíce, alguns pontos se haveriam de amealhar. E assim os Ex-Cavs tomaram a dianteira, seguidos de perto pelos Mamedes e pela revelação estreante “Persistência da Memória” de Jorge Napoleão, Pardal, Daniel e Cª. Pelo caminho ficaram os 1,2,3 Madrid que não conseguiram recuperar, os Duracell por um fio, e os NNAPED e Ursinhos que se enterraram nos túneis do metro. Destaque para a recuperação dos Universus e Frigorificus e dos Folie à 5, que asseguraram a peimeira passagem de nível este ano. A dificuldade parecia ter baixado neste 2º nível, apesar de mais uma cascata underground, no entanto antes da metade, percebeu-se que a coisa ia piorar pela quantidade de perguntas sem resposta e pelos chicken eyes que começaram a cacarejar na sala. Os maiores prejudicados com a tortura frikadaéllica foram os campeões Espertalhos que ficaram fora da final. O 3º nível prometia ser mais uma sucessão de impossibilidades, no entanto o nº de pontos alcançado pelas equipas (19) pôde contrariar esta ideia, apesar de metade das directas terem dado a volta à sala. Ainda bem que não há substituição no 3º nível, assim o jogo teria demorado mais tempo. Os FPM tomaram conta do nível, alcançando a primeira vitória do ano, depois de uma má entrada em Janeiro (esteve meia equipe) e os Mamedes asseguraram o 2º lugar, num final em que os estreantes PdM ganharam o 3º lugar com o ponto conquistado na derradeira cascata do jogo. BMVLM, Ex-Cavaleiros e Ordem do Fónix classificaram-se nas restantes posições. Algum desequilíbrio neste arranque do campeonato com Mamedes e Persistência da Memória a ganharam terreno, seguidos pelos FPM, BMV e Ordem da Fónix.A próxima jornada regressa em Março com Lais ao comando.