sábado, 22 de janeiro de 2011

TABELAS DE 2010

Encerrando de vez o ano 2010, no que a tabelas diz respeito, publica-se todas as classificações de cada jornada em 2010; o acumulado de pontos que foram ocorrendo jornada a jornada; e por último as classificações que foram ocorrendo mensalmente até à classificação final.






















E para acabar, o resumo de finais em todas as 53 jornadas disputadas nestes 5 anos. As equipas não inscritas em 2010 estão a cinzento-claro.


sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Golfinhos à boca das Urnas

Tendo em conta a jornada de mais logo, usámos os nossos skills comunicacionais para chegar à fala com os Golfinhos e saber um pouco mais sobre esta equipa e também sobre o que nos espera mais logo.




Entrevistador Temerário (ET) - Comecemos por uma dúvida em relação ao vosso nome - "Golfinhos, Favaios e Companhia" - Nos dias que correm, Favaios e Companhia é coisa fácil de arranjar por poucos euros mas e os "Golfinhos" onde é que vocês os foram buscar?


Golfinhos (GFC) - Quando foi criada a equipa, ninguém tinha ideias para um nome, até que alguém do nada, se lembrou de "Golfinhos" e assim ficou. Assumimos que podia ser pior. "Favaios e Companhia", surge após uma série de prestações brilhantes, que eram premiadas com garrafas de Favaios e outras guloseimas. Chegámos ao ponto de pensar abrir uma loja de revenda de Favaios. Neste momento, julgo que já não sobram muitas garrafas de Favaios, bebemo-las todas.



ET - Depois de alguns anos na luta, os Golfinhos chegam finalmente ao patamar de organizadores de uma jornada de cascata. O que significa isto para vocês?

GFC - Estamos maravilhados, sempre foi o nosso sonho, já quando assistíamos a jogos de cascata no interior da Amazónia, sempre falamos entre nós que gostaríamos de organizar um quiz. Falando a sério, ou talvez não, organizar um quiz, é uma grande responsabilidade e um grande desafio. Apesar de já jogarmos há alguns anos, sentimo-nos na obrigação de tentar criar um jogo que não só divirta o pessoal, mas que seja igualmente sério.



ET - É verdade que dispensaram o Miguel "Quizadas", depois deste ter imposto, para continuar nos Golfinhos, a condição de efectuar uma cascata cantada em cada nível, com temas de revista e apontamentos líricos? E, com a saída dele, prevêem reforços?

GFC - Pois o Miguel, foi dispensado, porque cascatas cantadas, com temas de revista, em que os membros da equipa tinham de estar vestidos de golfinhos, mais parecia uma cena tirada dos sketches do Tony Silva. Por isso, dissemos, Miguel, adeus Maria Ivone, goodbye my love.

Em relação ao Miguel, quero agradecer-lhe o ano que jogou connosco, gostámos imenso de o ter na nossa equipa, ao ponto de ter ficado uma amizade entre todos, se transvaza o quiz cascata. Entendemos o porquê da saída do Miguel e queremos desejar-lhe as maiores felicidades na nova equipa. Claro que em caso de empate connosco, queremos é que ele leve uma garrafita de Favaios.

Estamos neste momento a promover um casting para o novo membro, queremos um novo membro, que para além de ter cultura geral, saiba dançar, cantar e que goste de Favaios. Aceitam-se inscrições.



ET - Em relação ao jogo de sexta feira, como foi a tarefa, canja ou um osso difícil de roer? Podemos esperar alguma novidade, inovação ou temas tipo "Flipper Free Willy Tzu?

GFC - O nosso objectivo para sexta, é que seja um jogo acessível a todas as equipas, divertido e sério. Não queremos inventar perguntas que mais ninguém sabe. O quiz ainda está a ser afinado, mas gostei da sugestão, uma mistura de Free Willy com a Arte da Guerra. Obrigado pela dica, malta, preparem-se, a culpa não é nossa. Foi a pedido.

No fim, agradecemos que não atirem tomates e outros legumes aos organizadores. Agradecemos que nos entreguem esses legumes nuns sacos, para que possamos fazer umas saladas em casa, a vida está difícil.





ET - Qual foi a pergunta que gostariam de ter incluído mas que, por manifesto excesso de qualidade, tiveram de retirar à última hora?

GFC - Tivemos até á ultima a pensar se colocávamos a explicação científica para os efeitos secundários da ingestão de uma garrafa de Favaios, num Golfinho numa noite turbulenta em vésperas de eleições antecipadas.

Boa sorte para todos e que gostem do nosso Quiz.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Antevisão 2011, estilo Speedy Gonzalez

Não havendo muito tempo, faça-se a coisa a bom passo, tocando nos principais pontos, em termos organizativos.



- Segundo uma fonte junto da Comissão Organizadora que preferiu manter o anonimato, coisa que não fez com o bigode, é já ponto assente que o número máximo de equipas no campeonato em 2011 será de 17 (16 a jogar e 1 organizador em cada jornada).

- A ordem das organizações ainda não está completamente definida, já que a CO está a avaliar a melhor forma de garantir um formato estável. No entanto, foi já assumido que as três primeiras organizações do ano seguirão a ordem da época passada. Teremos portanto Golfinhos, Frikadellos e Unidade 101 a abrir a hostilidades.

- Embora esteja ainda em aberto a possibilidade da actualização do regulamento nalguns pontos, uma das possíveis novidades para 2011 é a capacidade de cada equipa, dentro de certos limites, poder apelar para uma revisão da resposta a uma pergunta sua ser considerada correcta/incorrecta, à semelhança das regras do ténis em torneios em que existe Hawk Eye. Os detalhes desta inovação ainda estão a ser ultimados e, oportunamente, a CO certamente irá avançar com uma explicação mais detalhada.




Para além disto, em termos de mercado, até ao momento só parece ser certo o fim dos Indomáveis de Marco Vaza, restando saber se os seus membros se irão espalhar por outras equipas. No entanto, o mercado permanece agitado e os Cavaleiros não só verão alguns dos seus principais elementos reforçarem outros colectivos como os restantes terão que fazer pela vida para completar o plantel.

Nos campeões não parece haver grande novidade, a não ser um possível acordo com uma marca da indústria cervejeira para reforçar o consumo do plantel. Já nas restantes equipas do pódio, prevêem-se novidades, com os Mamedes no papel de principal agitador do mercado. Com equipas novas a entrar, o desaparecimento de outras e jogadores a quererem mudar de ares, até ao início de campeonato prevemos que a agitação não ficará por aqui.



A título adicional, fica ainda aqui um post sobre boas práticas na organização de uma jornada de quiz de cascata. Métodos, teorias e apontamentos que, como de costume, valem o que valem, mas que podem até não ser totalmente inúteis...

domingo, 2 de janeiro de 2011

Entrevista com os Zbroing - Campeões 2010


O campeonato de quiz de cascata 2010 acabou por ter um vencedor inédito. Uma equipa já com algum historial, mas em que se calhar poucos apostariam no início da época, apesar da crescente competitividade.
Apesar de saber, por sofrer do mesmo mal, onde boa parte destes artistas de vaudeville se conheceu, mais precisamente num sempre suspeito palácio cor de rosa, fui falar com o Sérgio e o restante colectivo, para saber um pouco mais sobre a medicação que pode ter ajudado estes senhores a chegar ao título.

Entrevistador Astuto (EA) - Zbroing campeões pela primeira vez. No início da época isto era um desejo utópico ou já estavam dispostos a lutar por isso?

Colectivo Zbroing (CZ)
- No início da época já éramos claramente os favoritos, como aliás todos os anos. Apenas o sistema nos impediu de celebrar o hexa. Isso e o facto de apenas irmos na quinta edição do campeonato.


EA - Na vossa equipa, a vossa base académica (pelo que sei) é muito semelhante e já levam uns anitos a aturarem-se. Isso ajudou a manterem a evolução ao longo dos anos, unidos enquanto outras equipas se desmantelavam?

CZ - Na verdade, tudo isso é uma fachada. Todos fomos geneticamente concebidos por um cientista louco como Alfas (e um Beta menos, vá) precisamente com o objectivo de vir a vencer este campeonato, o qual ele sabia vir a ser criado mais dia, menos dia. Assim sendo, já podemos ser desintegrados no mês que vem.


EA - O que mudou na vossa equipa, face às outras épocas ou, pelo contrário, o que acham que mudou à vossa volta para esta senda de vitórias que levou ao título?

CZ - Continuamos a ter um núcleo de seis, sete pessoas tão brilhantes que só podemos chegar à conclusão que a mudança de 5 para 6 elementos este ano nos fez alcançar níveis verdadeiramente mesosféricos. De resto não fazemos ideia do que se passa nas outras equipas, nem damos por elas durante os jogos.


EA - Em que momento é que começaram a ter a sensação "Este ano é que é".


CZ - Terá sido quando obriguei o resto da equipa a tatuar no peito e no braço esquerdo uma estrelinha de campeão. Penso que esse facto deu a motivação extra que faltava ao colectivo para se galvanizar. Isso e a fruta.


EA - Em equipa que ganha não se mexe ou, com a saída do "Megas", exportado para outro país, já estão a planear a próxima época com
reforços, para a defesa do título?


CZ - O Megas já tinha sido substituído pelo menos três vezes desde que o campeonato começou, a cada vez por um clone mais avançado que o anterior. No entanto, como os jogos foram ficando progressivamente
menos emotivos, decidimos por unanimidade e aclamação enviá-lo para um campo de reabilitação por tempo indeterminado e proceder a treinos de captação ao estilo Battle Royale. Até agora os resultados dos amigáveis disputados tem sido bastante surpreendente.



EA - Como é que vêem em retrospectiva este campeonato no geral, a mediatização da cascata e do quiz em geral que se foi assistindo ao longo do ano?

CZ - Devido a uma bizarra doença, nenhum de nós possui a capacidade de ver em retrospectiva, pelo que estamos impossibilitados de responder a essa pergunta, pelo menos até o Ciências encontrar uma cura. Quanto à mediatização, penso que era apenas uma questão de tempo até tal ocorrer, sobretudo devido à enorme concentração de jornalistas por metro quadrado na Ajuda.


EA - Finalmente, o que acham que pode melhorar o campeonato de cascata para a próxima época.

CZ - Deixar de haver faltas de comparência ajudava. Talvez também haver alcatrão e penas à espera dos organizadores para os pôr em sentido.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Crónica Jornada Dezembro


Com os dois primeiros lugares já determinados antes do jogo, com a particularidade de ser o novo campeão a organizar, poderá deduzir-se que não havia tanto em jogo na cascata made by Zbroing. No entanto, havia ainda um terceiro lugar em jogo (entre Espertalhos, Ursinho e uns Cavaleiros em possível despedida) ou a questão de quem seriam os organizadores que faltavam apurar, para o próximo campeonato. Por isso, com a tradicional chuva de quiz à mistura, abriram-se as hostilidades


Escrita alternativa



Mantendo a componente digital a que já nos habituaram, apesar de faltar o JP para garantir que não há bits fora do lugar, os Zbroing brindaram-nos ainda com uma espécie de painel de mensagens instantâneas, que tantos fãs captou em programas de boa cepa, onde as palavras “Portugal”, “Coração” e “Mori” fazem sempre sentido. De notar que, com o avançar da noite e do consumo de bebidas espirituosas, aumentou o cariz enigmático do que ia sendo digitado no ecrã.

Fora isso, a parte escrita foi equilibrada e funcionou como um bom aquecimento, como se costuma desejar. As pontuações oscilaram entre 4 e 8 e talvez o único factor a apontar seja o cariz ligeiramente pós-moderno dos vídeos de music hall projectados. Ainda assim, aceitam-se perfeitamente, dado o equilíbrio da prova e o facto de já termos comido com pior e a pagar o mesmo.

Indomáveis e Ursinho saíam na frente, mas a vantagem era pouca e o primeiro nível estava aí à porta para provar isso mesmo.



Vamos lá serrar o presunto em beleza



Apesar de poder ser um quiz que, pela maneira como o campeonato se desenrolou, podia ter ter descambado num desconsolo pegado ou numa coisa feita às três pancadas, não foi essa a imagem que a organização dos Zbroing deixou. Não faltaram temas diversificados e questões interessantes embora, face à média geral, o primeiro nível tenha sido mais próximo de um segundo nível em termos de dificuldade, sendo que isso é algo que varia de organizador para organizador e, nesse sentido, nada a apontar.
O que notei foi que, ao contrário de outras organizações zbroinguianas, o critério de distribuição da dificuldade dentro de um mesmo nível não pareceu tão uniforme como a matriz desenvolvida noutras edições tendia a fazer transparecer. Se nas últimas duas cascatas a dificuldade foi homogeneamente mais puxada (mais do que perguntas que dão a volta à sala prefiro, no nível 1, ir pelo número de directas), com apenas 7 directas a serem respondidas em 32 possíveis, nas outras deu uma ligeira noção que a algumas mesas calhou em sorte um lote de perguntas mais acessível do que a outras.

No entanto, face a uma redução do número de directas acertadas, o número de cascatas pode contribuir para o equilíbrio das coisas e o espelho final deste nível, parecia amenizar ligeiramente aquilo que mencionei anteriormente. Os BMV c/Laranja, embalados ainda pela épica vitória da jornada anterior, tomavam conta da liderança amealhando 7 cascatas para além das directas, seguidos de perto pelos sempre imprevisíveis Frikadellos (também eles com 7 cascatas) e pelos Ursinho, que faziam o mealheiro quase só à conta das directas.

Quase irreconhecíveis estiveram os Feios, Porcos e Maus, que passaram de uma fase final para uma lanterna vermelha nesta jornada, sendo acompanhados nesta despedida de época pelos NNAPED, que tiveram uma época longe do fulgor de outras temporadas, Defenestrados (que, apesar disso, continuam a ser a equipa com maior margem de progressão e que, para o ano, já poderá pedir bebidas alcoólicas sem ter de mostrar o BI), uma Unidade 101 que tinha já quase garantida a sua organização para o próximo ano, os Power2U, a carregar baterias depois da época de estreia e os Golfinhos, que ficavam assim dependentes do resultado de outros (e possíveis desistências/fusões), para saber se se confirmava a estreia como organizadores em 2011.



Dos poetas do Irão, ao tipo que gosta tanto de Israel que a Telavive



Os Zbroing fizeram questão de não facilitar e, no segundo nível, o grau de dificuldade tendeu novamente para o elevado. A constatação dessa análise prende-se não tanto com o número de perguntas a dar a volta (13, nada de muito alarmante), mas mais com o número de directas respondidas (17 em 60 perguntas). A par da distribuição da dificuldade pelas várias mesas, a forma como as cascatas vão ou não parando em determinadas mesas, pode funcionar como indicador do pendor dos temas. Apesar disso e de algum recurso a perguntas cuja resposta são números/datas e que invariavelmente nos levam a respostas tipo bingo, não caímos na falta de jogabilidade e, embora agrupados em dois grupos principais, havia um equilíbrio que se ia mantendo a espaços.

Lais da Carangueja cedo ficaram fora da corrida ao terceiro nível e, face ao conjugar dos resultados dos seus concorrentes, viam-se assim arredados de uma possível estreia organizativa. Já os Folie à Cinq fechavam uma época de estreia com a promessa de uma boa revelação que se pode confirmar em 2011.

Na frente, os Fonix iam fazendo um percurso de trás para a frente, mostrando vontade de fazer uma despedida honrosa do título de campeões, acompanhados por uns Ursinho decididos a arrancar aqui a primeira vitória da época e galgar mais um ou dois lugares na tabela classificativa. No seu encalço, os BMV c/ Laranja demonstravam um final de época em força. Depois, a uma distância já significativa, cinco equipas discutiram, até à última pergunta, as três vagas que faltavam para o terceiro nível

Calhou a fava a dois dos pesos pesados, Mamedes e Espertalhos, com estes últimos a deixarem em mãos alheias a decisão da sua permanência (ou não) no terceiro lugar, ao passo que o combinado mamediano podia agora concentrar-se sem demoras no reforço do plantel para 2011.

Já Frikadellos e Indomáveis combinavam, junto com a passagem ao terceiro nível, a organização em 2011, ao passo que os Cavaleiros (mesmo sem Rogério, aparentemente lesionado numa rotura de marisco) se juntavam numa última? Cavalgada para a fase final.



A corrida só acaba no Arco do Truffaut



Tal como se previa, o terceiro nível foi feito em regime de subida aos Pirinéus. Primeiro, o presumível apresentador escalado sentiu-se mal com os efeitos da altitude, algo resolvido prontamente pelo Gonçalo, que virtualmente correu os níveis todos ao microfone. Depois, a dificuldade escalou novamente, com 19 perguntas a darem a volta, em 36 possíveis, dentro dos limites habituais de níveis três puxadotes.

E, quando assim é as coisas, salvo imponderáveis, mantêm-se quase imutáveis do segundo para o terceiro nível. Frikadellos fecharam o sexteto finalista, ao passo que o 5º lugar dos Cavaleiros não lhes permitia chegar aos Espertalhos e viam o seu quarto lugar em risco, face à prestação dos Ursinho. A confirmar-se que esta pode ter sido a última jornada dos Cavaleiros, fica uma despedida algo amarga para a história deste campeonato. Os Indomáveis ficavam em quarto lugar, com uma jornada em bom nível que ajuda a diluir um ano não tão proveitoso como se podia esperar.

Os BMV alaranjados ficavam com o terceiro lugar do pódio, fechando a época em nota alta e com boas expectativas para a temporada que se avizinha, ao passo que entre Ursino e Fónix decorria uma luta até ao soar do gong, pela vitória. Com os Ursinho na liderança, por dois pontos, aspirando a uma vitória que os deixaria inclusive em igualdade pontual com Espertalhos na terceira posição da geral, faltava apenas uma questão para o final do quiz. Uma directa para os seus perseguidores directo, os Fonix, que precisavam de acertar para fazer o factor de desempate, que lhes era favorável.

E foi na Nouvelle Vague que Filipe Bravo e os seus muchachos foram encontrar a chave para uma vitória que lhes escapava, salvo erro, desde Janeiro de 2009, quando iniciaram a sua caminhada para o título. Foi uma espécie de passagem de testemunho entre campeões 2009 e 2010, de travo amargo para os Ursinho, que tiveram a vitória na mão até ao último segundo.

Um fecho dramático, para uma jornada que já cheirava a festa e que, não sendo propriamente memorável, acabou por cumprir no fecho de um campeonato que deixa antever um 2011 com muita competitividade.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

CLASSIFICAÇÃO DE DEZEMBRO


(um dia, isto vai ser uma tabela do Miguel, vocês vão ver, com bonitos gráficos e curiosos dados estatísticos)
(quando esse dia chegar, vira-lhe as costas!)


E os dados estatísticos chegarão... um dia. Mas vira-lhe as costas...

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Antevisão Zbroinguiana prevê quiz com boa visibilidade e grandes êxitos de harpa


A aquecerem motores para sexta, fomos falar com os Zbroing e saber o que podemos esperar. Tal como esperávamos, fomos bem recebidos, embora a ausência de controlo anti doping não tenha dissipado a dúvida sobre o uso de substâncias ilegais na elaboração de algumas perguntas e respostas.


Entrevistador Eloquente (EE) - Os Zbroing foram das primeiras equipas a introduzir tecnologia pós-moderna e um toque de optimização científica na organização do quiz de cascata. A coisa é para manter esta jornada? Há novidades? Ou visto que já está tudo garantido, este ano utilizaram o método "tudo ao molho e fé em Zbroing"?

Combinado Zbroing (CZ) - De facto, se as pessoas se deram ao trabalho de ler as enciclopédias certas, verificarão que já o Gutenberg se baseou no método zbroing para inventar a imprensa. E não vamos falar da roda, para não criar mais azias. Claro que haverá tecnologia. Pós é que não, que somos uma equipa limpinha e que não recorre a drogas. Moderna, nem por isso - basta ver os bigodes do nosso membro mais velho para se perceber que parámos no tempo. Será uma espécie "tudo ao Zbroing e molho na fé".


EE - Sendo vocês uma equipa bastante diversificada, como é que funciona a organização. Há algum mestre de obras, cada um chuta mais do que sabe ou é uma misturadora tipo Bimby que distribui questões e níveis, etc?

CZ Como equipa democrática que somos, juntámo-nos todos à volta de uma mesa e de um 'ordinateur' (sim, é uma máquina diferente de um computador). Depois cada um apresentou as suas perguntas à moda de um advogado de defesa num julgamento americano. As sugestões menos insultadas pela turba ficaram. As outras também. É possível que, a espaços, possa ficar a ideia de que o quiz foi feito à pressa, já que depois de termos confirmado o título optámos por voltar a incluir as perguntas de ciência, nomes de estádios e ciclismo, que tínhamos excluído do nosso ficheiro inicial "quiz_mamedes_rip.xls"


EE - Cabo Verde tornou-se um destino muito querido para vocês este ano. O vosso quiz terá alguma homenagem a isso ou pretendem expandir-se para outros arquipélagos?

CZ - Já ficou provado que quando o quiz resvala para temas da complexidade de um “Cabo Verde”, a única equipa com a cultura geral necessária para lidar com essa situação é a nossa, portanto, para evitar perguntas a dar a volta à sala repetidamente, optámos por não incluir nada nesse campo.


EE - Os gajos da bola, quando vão para a última jornada já campeões entram em campo com o cabelo pintado, a cara feita num bolo rei e isso tipo de regabofe. Devemos preparar-nos psicologicamente para uns anfitriões estilo Slipknot?

CZ - A única diferença é que, desta vez, livres da pressão competitiva, vamos finalmente poder pedir bebidas à vontade, sem a contenção habitual.


EE - Qual é a pergunta que ficou de fora e tiveram pena de não ter entrado e qual o tema mais fora que decidiram incorporar (ex: Sun Tzu, Rain Tzu, Batidas de orgão Casio, etc)?

CZ - As melhores ideias para a parte escrita como desarmar uma bomba-relógio ou dissecar correctamente um gatinho, foram sucessivamente excluídas por uma ala mais conservadora dos Zbroing.
Teremos uma parte de expressão livre, em que cada pessoa poderá falar 10 segundos sobre os seus sentimentos, e o júri decidirá se eles são ou não aceitáveis.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

AGORA FALAS "TU"

Um anónimo que assina como Eu (que não faço a mais pálida ideia de quem seja!), a pensar seguramente no Natal, mandou uma posta de bacalhau bem gorda para digerir na consoada. Como "Eu" (não eu, mas o outro que escreve como "Eu"), achou que devia mandar para o(s) cascataleaks, aqui estou eu (eu mesmo) a levar a posta à mesa para os meus clientes habituais.



Fernandos Mamedes afinfam-se ao naco





Fontes bem informadas (eu) colocam este blog em condições de afirmar que os Fernandos Mamedes estão desde há várias eras geológicas a prestar atenção às questiúnculas, desafiambranços, baixas médicas, condenações judiciais e licenças de parto dos adversários, com vista à integração no seu grupo de trabalho de dois novos elementos com elevados índices de concretização na área de rigor.

Como será conhecimento dos mais atentos às movimentações e sinergias estabelecidas no seio da equipa Mamedina, esta nunca contou com um sexto elemento fixo nas costas da linha defensiva contrária, optando ao invés por fazer rodar vários atletas, derivado às provas já dadas por estes em amigáveis e pré-estágios — e traduzindo em campo os panachés e baguetes de frango que costumam partilhar entre si, bem como mails engraçados com powerpoints de ovelhas malabaristas que dão de mamar a gatinhos e cãezinhos que afinal até se conseguem dar bem entre si se crescerem juntos.

Esta estratégia de basculamento quizístico foi considerada bem sucedida por fonte directiva bem colocada na mesa Mamédica (eu), que afirmou "não, quer dizer, para mim isto é nomeadamente assim:

O Alex é o Cardozo dos Mamedes, uma espécie de falso lento que só responde com o hemisfério esquerdo do cérebro e acerta que se farta.

A Sofia é o Maxi Pereira (sem a verruga), ríspida nos lances e sempre pronta a subir no terreno, mas facilmente irritável

O Paulo é o Fábio Coentrão, normalmente ocupado a defender atrás mas sempre disponível para fazer arrancadas nas perguntas de desporto e geografia

O Pedro é o Javi Garcia, já que não se dá por ele, mas fornece coesão à equipa e quando arrisca ser feliz consegue o tento

Eu, vá, posso ser o Carlos Martins, uma espécie de trauliteiro que joga em todas as posições e às vezes distribui jogo, mas passa a maior parte do jogo a mandar vir com o árbitro e depois vinga-se estoirando respostas de ciência e nerdalhice do meio campo".

Instado a revelar algo minimamente relacionado com a notícia em causa, a mesma fonte completou com um fraquinho "o jogador rotativo era uma espécie de Ruben Amorim, um polivalente das camadas de formação que sempre que entra ajuda os colegas, trabalhando para o colectivo".

O desmembramento e consequente esfrangalhanço (acompanhado de rotura e desintegração) de algumas alianças do panorama quízico-desportivo nacional levou os Mamedes a reequacionar o seu posicionamento. Efectivamente, a salutar, nobre e desinteressada competitividade Mamedística, conhecida por não permitir aos seus membros desejar mais do que doenças graves aos adversários (e normalmente curáveis) levou a que a respectiva SAD perspectivasse preocupadamente a perspectiva ponderosa e parcialmente pesarosa de ver os mais directos adversários arregimentar valiosos elementos que, por motivos vários, sentiam que as bifanas sabiam melhor do outro lado da Academia (principalmente os Zbroing 747, equipa apreciada pela sua eficaz tradução em campo dos melhores preceitos éticos do Leisure Suit Larry, e os Ordem da Fónix, que apostam mais no Tetris e no Toque-e-Fica).

Felizmente para os Fernandos Mamedes, a sua mística ímpar e uma eficaz rede de olheiros espalhados pelos vários espaços de quiz e/ou desavergonhice da capital garantiram-lhes contactos preferenciais com conhecidos pontas de lança do campeonato da Ajuda: multiplicaram-se assim os insistentes pedidos de joelhos de atletas provenientes de outras formações, que incluiram promessas de não tocar nos flocos de neve e aqueles salgadinhos compridos que parecem paus de mikado, ofertas de boleia para levar o Paulo ao Bairro Alto às três da manhã durante a semana, garantias de risotas alarves sempre que o Jorge (eu) achar que mandou uma piada especialmente boa e até razoável — e, mais importante, garantias de chegar a horas para fazer a parte escrita com o Alex enquanto o resto da equipa está semi-empanada no túnel do Marquês a descobrir que um carro não tem cinco mudanças na marcha-atrás.

Na realidade Mamedificante, a já referida rotatividade do sexto elemento conjuga-se com um outro abandono na modalidade, que em muito empobrecerá o panorama visual das noites na Ajuda: efectivamente, perspectiva-se a transferência da musa Mamedonísta Sofia Santos para o milionário campeonato norte-americano (onde irá também fazer um post-doc por razões humanitárias). Perante este cenário, os responsáveis do clube do eixo IST-ISEG decidiram apostar forte no mercado de Inverno, para inverter uma possível fragilização do seu onze, que ficaria reduzido a quatro.

Assim, este blog está em condições de anunciar que, mal o campeonato presente termine, dois novos elementos dois serão integrados nas hostes Mamedólicas, provenientes das melhores ganadarias culturais e colmatando algumas falhas no acervo de conhecimento da equipa — já de si amplo, vasto, panorâmico, geral, amplo, robusto, titânico, abrangente, eclético, completo, unificador, universal e também universalista, irrestrito, extenso, dilatado, largo, comprido, alto, elevado, rotundo, gordo, e em geral grande.

Instado a pronunciar-se, um elemento técnico com ligações à equipa Mamedófila (eu) recusou-se a avançar de imediato os nomes dos futuros atletas da agremiação, invocando a elevada estrutura moral da equipa, fortes princípios éticos norteadores da sua acção e inabaláveis convicções humanas dos seus elementos: nas suas (minhas) palavras, "não é assim que achamos que devemos estar no quiz".

Não obstante esta posição oficial, existem vozes dissonantes: protegidas pelo anonimato devido ao medo de represálias da omnipresente hierarquia de comando da SAD, estas confidenciaram que outro objectivo da edilidade é, segundo telex recebido de um Palm Pilot ligado a uma cabina telefónica em Lavacolhos, "semear o granel porque é fixe".

Os contactos intensivos com as fontes prosseguem, através de mensagens em código na porta direita da casa de banho masculina da Ajuda, do género "Soraia + Fanã 4ever", contra-senha "Mamo gajos bons 914606809". Assim, aguarda-se uma divulgação rápida de novas novidades em termos de notícias derivadas ao tema.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Ponta final época 2010


Antes de mais, da minha parte sai um pedido de desculpas devido à ausência da Crónica de Novembro. Tem sido um mês bastante complicado a vários níveis e isso minou-me a disponibilidade, supondo eu que a coisa também não andou fácil para o resto da equipa do blog, já que também não lhes foi possível ilustrar a vitória dos BMV e a prestação de Rogério, Johnny Ex-Bigodes e sus muchachos.

No entanto, à laia de pseudo redenção, vamos tentar que ainda esta semana saia um pequeno duelo de bitaites com os Zbroing dividido em duas partes, antevisão do jogo e análise do primeiro título.

Para além disso, lá pelo meio das festividades, quando quiserem fazer uma pausa no bolo rei ou vir às escondidas engordurar o teclado enquanto se atafulham de rabanadas, teremos também um balanço variado do ano da cascata.

Antes de tudo isso, mesmo que mais tarde se faça um post específico para o assunto, creio que esta seria uma boa oportunidade para fazer chegar à nova comissão organizadora possíveis sugestões para a organização do campeonato 2011. Já se sabe que depois em Janeiro é tudo em cima e assim, mesmo aqueles que prefiram fazer chegar directamente as sugestões aos membros da comissão, têm aqui (caixa de comentários, mais mail do blog) uma plataforma para dizer de sua justiça.

sábado, 20 de novembro de 2010

CLASSIFICAÇÃO DE NOVEMBRO


1ª vitória de sempre dos BMV c/ Laranja. Torna-se a 9ª (ou a 10ª se preferirem) a juntar-se ao clube dos vencedores. Parabéns!

6ª organização dos Cavaleiros. No primeiro ano (2006), dois elementos organizaram, cada um as duas primeiras jornadas: Hugo Oliveira (com Marlene Franco) e João Silva.

Os BMV c/ Laranja juntam-se à lista depois de... Cavaleiros, mas também de Fósseis, Mamedes, Ordem do Fónix e Espertalhos.

Mamedes e Fósseis/Fónix têm 5 finais em 6 possíveis. Mamedes são os "reis" dos Cavaleiros com 5 podiuns. Fósseis/Fónix têm 4.

Só Zbroings e os próprios Cavaleiros alcançaram mais que um podium (2 cada), embora "metade" dos BMV... também.

Os BMV c/ Laranja e os Lagartixas fizeram o pleno de finais: 3. Os Ambite também, mas só com duas participações.

Campeonato:

Zbroings são campeões a uma jornada do fim. Muitos parabéns a eles!

É a 4ª vez consecutiva que o campeão é encontrado em Novembro. Só em 2006, foi preciso chegar à final da última jornada para definir o campeão.

Mamedes também são virtualmente vice-campeões (a menos que faltem em Dezembro). E é a 3ª vez consecutiva que o 2º lugar fica definido (considerando que as equipas não faltam).

Já para o fecho honroso do podium, os Espertalhos terminarão com a medalha de bronze se acabarem em Dezembro nos 4 primeiros lugares. No 5 ou 6º lugar, se Cavaleiros não ganharem. Abaixo disso, têm que esperar que os Cavaleiros não terminem nos dois ou três primeiros lugares (consoante 2º ou 1º nível) e/ou ainda que Ursinhos não ganhem.

Para a Liga Europa, entre o 4º e o 7º, tudo (mas mesmo tudo) é possível! E como diz o outro, é só fazer as contas.

Feios Porcos e Maus consolidaram a organização para o ano e só aguardam para saber qual a sua posição entre o 7º e o 9º.

Mais para baixo, ainda está tudo em aberto. A Unidade 101 tem praticamente garantida a organização para o ano (independentemente de possíveis desistências), pois era necessário que quatro das equipas imediatamente abaixo chegassem à final. Não é impossível, mas é extremamente difícil.

Mas para as restantes, qualquer lugar na final pode chegar para ficar nos 11 primeiros. Embora Folie à Cinq necessite no mínimo de um 5º lugar (tem vantagem em caso de empate, sobre qualquer um) e mesmo assim pode não ser suficiente. Nnaped e P2U/Duracell necessitam de uma noite de glória entre os dois primeiros.

Records

BMV c/ Laranja alcançam a 4ª final num ano, igualando 2009. Terceiro podium num ano, constitui o melhor registo.

Ursinhos e Ordem do Fónix partem para a última jornada sem terem conquistado uma vitória este ano. Se os Ursinhos só não ganharam em 2006, já para a Ordem é uma situação absolutamente inédita.

Mamedes e Zbroings passam a ser as equipas com mais finais consecutivas, actualmente: 6

Zbroings concluem o campeonato, igualando o seu maior nº de finais: 8 (alcançado também em 2008). São os campeões com menor nº de finais, igualando os Mamedes em 2006. E também os campeões com menor nº de podiuns de sempre: 6.

Feios Porcos e Maus alcançam a 3ª final consecutiva, o que não sucedia desde Maio de 2009. O seu melhor registo é de 4, alcançado em Junho de 2008.

Os Frikadælløs ficam pela 2ª vez em 20 participações pelo 2º nível! Geralmente quando passam o 1º nível, chegam à final.

Os Espertalhos continuam a ser a equipa que há mais tempo passa o 1º nível: 15

Os Defenestrados mantêm-se como a equipa que há mais tempo não vai à final e, coincidentemente, que não passa o 1º nível: 10.

Ranking:

Como organizam em Dezembro, Zbroings vão manter a pontuação deste mês, e consequentemente acabam o ano em 1º lugar no ranking de 5.

BMV c/ Laranja dá um salto e regista agora a melhor posição de sempre.

Feios Porcos e Maus saltam para os 6 primeiros lugares, pela sétima vez desde Julho de 2009.

A Ordem do Fónix deixa os 6 primeiros lugares pela 2ª vez, desde Dezembro de 2008.

E agora duas perguntas para coca-bichinhos das estatísticas:

1ª - Excluindo as organizações de 2006, só duas equipas organizaram sem nunca terem chegado a uma final antes (incluindo as prestações de 2006). E só uma destas, nunca esteve numa final. Quais são as equipas, e destas qual nunca chegou a uma final?

2ª - Incluindo as organizações de 2006, qual a equipa a que mais finais chegou, antes de organizar pela primeira vez? (pode nunca ter organizado ainda)

Também poderá ajudar, dar uma vista de olhos no blog quizdecascata. O link está à direita.

Respostas para o mail quizadas@gmail.com. Os 3 primeiros a responderem certo, levam uma pequena lembrança em Dezembro.

E é tudo. Até para o próximo mês!