Falta uma semana para o sexto quiz do ano, com organização dos FPM. Teremos um quiz polémico como é costume nesta equipa? Teremos uma cascata sobre casais e sobre comportamentos e outra sobre chouriços, salpicões e queijos? Dia 21 logo saberemos.
Realizou-se na quinta-feira dia 29, um formato inovador de quiz de cascata no Magic Pool Bar baptizado como Blitz Quiz
Com uma boa adesão dentro do possível, dado as férias de muita gente, cerca de quarenta pessoas foram conhecer a nova experiência quizistica de Júlio Alves.
Para quem não teve lá, eis uma descrição:
O formato compunha-se de seis jogos:
1- Jogo da ordem
Como o nome indica, era necessário ordenar. Embora este jogo fosse aquecimento, dado que não distribuia pontos para ninguém, servia no entanto para distribuir a ordem das cascatas para cada um dos jogos seguintes.
Nesta jornada em específico, o Júlio deu os nomes de 5 papas todos nascidos no séc. XV, e a nossa função era aproximarmo-nos das datas de nascimento de cada um dos senhores. No caso do primeiro papa dado, quem se aproximasse mais da data tinha o direito de jogar em primeiro lugar no jogo 2. Quem estivesse mais afastado, seria o último a apanhar cascata.
E assim sucessivamente, para os papas seguintes.
2 - 10 Temas
Consistia em escolher um de 10 temas e responder à pergunta proposta. A primeira equipa a escolher, tinha todos os temas à disposição. A segunda já teria todos, menos o que tinha sido escolhido previamente pela primeira equipa. E assim sucessivamente. Cada pergunta não respondida, seguia em cascata.
3 - Batalha Naval
Cada equipa (pela ordem estabelecida previamente) repondia a uma pergunta. Se a acertasse, dava dois tiros em jeito de batalha naval. As possibilidades não eram afundar embarcações, mas ter a sorte de suceder três situações: um ponto bónus, uma pergunta extra (a valer dois pontos) ou água.
4 - Do monte S. Gens ao Annapurna
Novamente um jogo de temas à escolha dentro das possibilidades não escolhidas previamente, logo quem foi ordenado à frente para este jogo, tem mais hipóteses de escolha. A diferença para o jogo 2 consiste em ter três perguntas de dificuldade crescente. A primeira vale 1 ponto, a segunda dois pontos e a terceira três pontos. A mecânica é sobretudo esta, mas há pormenores que me escaparam em relação às penalizações por resposta errada.
5 - Jogo da Bomba
O meu favorito. Dá-se dez nomes e só um está a mais, dentro de um c0njunto definido. Cada equipa vai escolhendo/eliminando um dos dez nomes até alguém escolher o nome errado e ficar com a "bomba". Nesta primeira experiência, estavam dez nomes de músicos. 9 eram britânicos, um era americano. Quem não soubesse e escolhesse o americano, perdia 5 pontos!
6 - Missão Impossível
10 perguntas de uma só resposta. Nesta experiência de quinta-feira, o Júlio dava 10 carreiras de autocarros da Carris, com um dos terminais e pedia-se o outro terminal. Cada resposta errada, acarretava a perda de pontos. Em branco, não havia penalização.
Na minha opinião, a ideia do jogo é extremamente divertida, mas falta limar muitas arestas. O que é normal, dado que é um salto de gigante para um formato novo. Talvez o problema desta primeira experiência, foi não ter conseguido sentir-me em competição. A indefinição quanto às perguntas que seguiam ou não em cascata, a falta de ritmo normal para uma primeira experiência, mas sobretudo nem perceber porque se devia ordenar as mesas logo de início.
No entanto, o elemento sorte faz todo o sentido neste jogo e é determinante para um serão bem passado. Um pouco à semelhança do famoso jogo do ganso em que quem vai à frente, pode passar para último a todo o momento. Responde-se a perguntas, mas não vale a pena correr tanto porque mais à frente ainda se tropeça num obstáculo e vem-se de escantilhão por aí abaixo.
Ideia muito bem esgalhada, com todo o potencial para ser divertidissimo. O Júlio inclusive conseguiu imagens e gráficos feitos em computador do próprio jogo em si, como se estivéssemos num programa de televisão, e abrilhantou e de que maneira o jogo.
Mais definição nas regras, mais sorte sem ser apenas sorte, mais ritmo de jogo, e ainda a criação de outros possíveis jogos que o Júlio possa congeminar, e estamos perante um formato formidável que promete aquecer esta temporada.
Para acabar o mês em beleza, esta semana traz-nos três torneios de fim de estação antes das férias de Verão do campeonato.
Na quarta-feira, dia 28 temos a cascata mensal na Guilherme Coussoul feita pelo António Pascoalinho.
Na quinta-feira, dia 29 vamos ter a estreia de um formato novo apresentado pelo Júlio no Magic Pool Bar.
No Sábado, dia 31 (e excepcionalmente este mês) a 7ª jornada de quiz de cascata no Domínio Público organizada pelo João Silva e Carlos Santos.
Se necessita de um quiz antes de ir de férias, escolha um, dois ou os três. Para moradas, tem ao seu lado direito onde diz "Espaços de Quiz" (ou algo assim parecido)
Se for uma única pessoa que queira jogar, pode aparecer em qualquer dos espaços de quiz, pois haverá sempre uma equipa conhecida onde se possa enfiar. Já para uma equipa completa, convém telefonar para saber se ainda há vagas.
Fazendo uma apresentação um pouco mais detalhada:
Quarta-feira na Guilherme Coussoul, o quiz vai ser um modelo de cascata tradicional com parte escrita e três níveis de dificuldade. Portanto, jogue à séria mas não se preocupe com pontos de campeonato. Não o é, nem pretende ser. O modelo é competitivo mas descontraído, com organização do Pascoalinho.
Na quinta-feira, no Magic Pool Bar, o papa Júlio vai apresentar um formato novo de fazer quiz cascata. Sendo uma estreia, cabe aos "concorrentes" ou "guinea-pigs" jogar, divertir-se e depois dar uma opinião deste formato (no caso de ser solicitada, óbvio). Sabemos apenas que vai depender mais da sorte, tem batalha naval e... o resto é mesmo aparecer por lá.
Sábado, no Dominio Público Bar, realizar-se-á a 7ª Jornada de um campeonato que excepcionalmente terá duas jornadas este mês. Este é o único que convém marcar com alguma antecedência, pois o espaço é limitado e, como se vê pelo número apenso, já decorre desde o início do ano. O que não quer dizer que não haja desistências de última hora. Para divertir sem pensar em campeonatos, apareça. Se tem maiores ambições, espere pelo próximo ano.
Paralelamente, o formato de quiz tradicional, sempre tão querido, de 50 perguntas escritas à frente de uns copos e conversa, devem-se manter até ao final deste mês. Digo devem, porque só falando com os próprios organizadores é que podem obter mais respostas. Mas admitindo que sim, têm na terça-feira no El Borratxon. Na quinta, no Dominio Público. E sei que existe à quarta, na Estefânia mas não disponho de mais informações, excepto que é organizado pelo Júlio.
Aliás, este último formato tem obtido uma fidelidade bastante saudável por parte dos "nativos" ao espaço inserido. Uma saída a meio da semana para descomprimir da própria, uns copos, conversas e um jogo engraçado, faz com que à pergunta que começou a ser colocada há cerca de dois anos, em que se haveria mercado para tantos espaços de quiz durante a semana, a resposta acabe por ser dada pelos clientes que não andam nisto há muitos anos. Vão uma primeira vez, gostam, voltam outra vez e mais outra. São sobretudo pessoas da zona, ou então apreciadores do espaço em si. Sem excesso de equipas "profissionais", (onde por vezes até estão poucas pessoas da Ajuda e até se juntam numa equipa ou duas no máximo) as restantes 12, 15, e às vezes 20 equipas são de "amadores" que gostam de ser testados ou pura e simplesmente para aprender mais umas coisas e até vão obtendo resultados que os satisfazem. E naturalmente, aparecem com maior regularidade. Desengane-se quem ache que, por causa disso, o quiz é fácil. Não é, de maneira nenhuma. É apresentado, em qualquer dos espaços, num formato sólido, competitivo e divertido. Afinal, quem não sabe nada também não regressa, seja o quiz acessível ou não. Não tenho acompanhado nos últimos tempos este formato mais tradicional, mas chegam-me ecos de que estão bem e recomendam-se. Parabéns aos organizadores, gerentes e clientes. Estamos cada vez mais "British"!
Esta já é a classificação oficial. Tem uma ou outra diferença em relação aos pontos e à classificação que foi cedida pelo Alex dos Mamedes (ao qual agradeço, desde já) mas a diferença fundamental é entre os Ursinhos e os Indomáveis que trocam de posições. Em termos de estatística, os Zbroing juntam-se aos Mamedes e Espertalhos na história dos tri e somam já quatro vitórias este ano contra duas dos Mamedes e uma dos Cavaleiros.
Os Lais da Carangueja conquistam duas finais num só ano, pela primeira vez.
Ao invés, Cavaleiros somam dois desaires no 1º nível consecutivamente, facto absolutamente inédito nesta equipa. A última vez que tinham ficado no 1º nível tinha sido em Março de 2008. Desde então 5 vezes no 2º nível e 18 finais: 3 vitórias e mais 9 idas ao podium.
Os Frikadaellos já levam 5 primeiros níveis consecutivos, record negativo nesta equipa.
Os Espertalhos (sem jogar) são a equipa que há mais tempo não falha uma final. Levam 5 consecutivas.
Pelo contrário, os Defenestrados já levam 9 vezes sem passar do 1º nível.
Os Golfinhos são a equipa que há mais tempo não chega a uma final: 22.
Os Folie à Cinq e os Power to You são por enquanto as únicas equipas que nunca se estrearam em finais. Mas também só começaram a jogar este ano.
Se uma ou mais equipas que ficaram nos 11 primeiros lugares não se inscreverem para o ano seguinte, as equipas que ficaram imediatamente abaixo na classificação da(s) equipa(s) extinta(s), desde que se tenham inscrito, sobem um ou mais lugares para ocuparem essas posições. Ou seja, por hipótese, se o 4º e o 8º lugar do ano passado não se inscrevessem, o 5º lugar passaria para a posição 4, o 6ºlugar para a posição 5, e assim sucessivamente. As equipas que tivessem ficado em 12º e 13ºs lugares, desde que inscritas para o ano seguinte, passariam a ocupar as posições 10 e 11, respectivamente.
Como sucedeu este ano, os Ambite que se classificaram em 11º lugar no ano passado, não se inscreveram para o ano seguinte. A sua posição (11) foi ocupada pela Liga dos Últimos (12º) que desta forma organizaram em Janeiro.
Escusado será dizer que tudo isto é um pouco flexível. Poderá haver sempre uma equipa que, desde que comunique antecipadamente, possa não poder organizar num determinado mês e troque com outra que esteja disponível. Isto, para não falar de desistências de inscrição já em Janeiro e que afecte a jornada desse primeiro mês, o que nesse caso teria que haver uma reunião extraordinária para resolver a situação.
Concluindo, e isto é que interessa de momento: Os Ursinhos organizam em Setembro e os Mamedes em Outubro. A menos que ambos entrem num acordo e troquem entre si.
Agradeço desde já a um elemento da comissão que confirme este post, ou esclareça algum ponto (ou todos), que não esteja de acordo com o estipulado.
Espero que que tenha conseguido acabar com a confusão que a minha distracção, vulgo senilidade, causou.
Elementos da equipa debatem calmamente a melhor formulação para uma pergunta sobre poesia bucólica.
Segundo o que é indicado pelas últimas sondagens, após aceso debate, as perguntas "Quem foi Tomislav Nikolayevich Mescheryakov?" e "O que quer dizer, em sentido lato, a expressão germânica Streuobstwiese?" foram retiradas do quiz pelo facto de serem enganosas e indignas de figurar como suplentes no nível 1.
À entrada do meio da época, com a viragem das organizações para as ditas equipas mais rotinadas, ainda mais sendo os actuais campeões a organizar, seria de esperar que o título deste segmento se confirmasse numa jornada de bom nível. Mesmo depois de se saber que seria um quiz de autor, com os perigos que estes acarretam e já aqui debatidos, a vasta experiência e a observação de erros cometidos ao longo desta época fazia com que a tal esperança se mantivesse.
Nesta fase, nem o facto de irmos ver a que hino pertence a estrofe do título do segmento faria esmorecer os mais optimistas.
Os bons updates tecnológicos apresentados pela organização dos Fónix, a cargo do Zé Pedro, pareciam indicar que estávamos no bom caminho. Mas, bem vistas as coisas, a tecnologia constituiu, em larga margem, o ponto alto deste quiz e isso, só por si, não é bom sinal. Sem menosprezo pelo esforço e empenho que são precisos para organizar um quiz de cascata, o problema aqui foi estrutural o que, mais do que por afinição com temas favorecidos com o autor, tem a ver com a estruturação do jogo em termos de equilíbrio, dificuldade e, porque não, satisfação de quem joga.
Vamos então percorrer a ementa.
Dos 15 minutos de aquecimento, ao uso de correntes para a neve
Tal como prometido, às 22.30 começou o jogo. O formato utilizado teve alguma inovação, embora estivesse longe de ser um aquecimento. Interessante o sistema do vídeo para identificação dos membros da banda em palco, independentemente de serem considerados mais ou menos difíceis, tal como o mapa com os países do Orwell. No entanto, a complexidade e a dificuldade evidente em boa parte das opções, arrastou as pontuações para baixo, com apenas uma equipa a atingir os 5 pontos e havendo inclusive quem tivesse zero.
Duas ressalvas técnicas:
1 - Dada a escassez do tempo e o rigor em relação ao mesmo, folhas impressas de um lado e outro não são uma boa ideia, ainda que ambientalmente mais consciente. Torna menos flexível a capacidade das equipas se dividirem e se ocuparem de partes diferentes, assim como complica a anotação de respostas, por exemplo em que uma dependa de vídeo/música e a outra, do outro lado da folha, não.
2 – Se no caso da Peugeot, não aceitar Sochaux pode ser considerado (ou não) preciosismo, dada a pergunta e o enraízamento da marca nesta cidade, no caso da Dodge, o nome da marca deriva dos irmãos que a criaram e não da cidade base, que é efectivamente Detroit. Não tendo eu noção se alguma equipa foi afectada por este facto na pontuação, é irónico que se verifique uma situação semelhante à ocorrida na jornada passada, depois de tanta polémica.
Um Inaki para ti, um Inaki para mim e a vida sorri
Tendo à sua disposição um placard com timer, pontuação em real time e reprodução das perguntas, pode dizer-se que a organização, do ponto de vista logístico, foi exemplar. As quinze equipas presentes não podiam pedir mais neste sentido. Quanto ao resto…. Isso é outra história. Sendo um quiz de autor, não é preciso estar para aqui a espancar o Stevie Wonder, mas obviamente que certos temas foram mais abordados do que outros. É legítimo, do ponto de vista do organizador. Mas, uma vez mais, a aleatoriedade da distribuição da dificuldade fez algumas vítimas, até pela abordagem a certos temas.
O equilíbrio a que se poderia ir assistindo deveu-se a um nivelamento por cima da dificuldade e por baixo ao nível da pontuação com seis perguntas a dar a volta à sala no nível 1 e o máximo de directas respondidas por uma equipa a ser 4. Quando, ao fazer o balanço do nível, se vê que seis equipas não chegam aos dez pontos, somando parte escrita e nível 1, pode deduzir-se que o entretenimento para as mesmas deva ter sido nulo, havendo inclusive uma delas, os Lais, que chegaram ao segundo nível apenas com 9 pontos.
As primeiras vítimas foram Indomáveis, Freakadellos, Defenestrados e NNAPED, que não conseguiram assim dar seguimento a uma jornada de bom nível, mas a grande supresa (ou não, dado o jogo), foi a eliminação dos líderes Cavaleiros nesta fase, num jogo que nunca foi o deles, a vários níveis. Deixava assim de haver qualquer equipa com pleno em termos de fases finais e a luta pelo título poderia ganhar mais alento.
Na frente, os Mamedes pareciam querer tirar partido disso mesmo, seguidos de perto pelos BMV c/ Laranja, apostados em fazer uma boa jornada e não ficarem entalados como é tradição.
Por esta altura já era uma certeza que este quiz seria nivelado muito por cima, em termos de dificuldade e da simplicidade de processos tecnológicos de pontuação/tempo. No entanto, a oscilação do equilíbrio em termos das respostas e a selecção temática, iam minando o entusiasmo das equipas que, apesar do jogo decorrer a bom ritmo em termos de tempo, não evitavam alguns bocejos e desinteresse.
A estatística comprova isso mesmo, quando apenas 14 perguntas directas (em 60!) são respondidas num nível 2, isso signifca que nem chegámos a 25%, quando possivelmente em média deveríamos andar mais perto do dobro disso. Se a esse facto juntarmos 20 perguntas a darem a volta à sala, então nem é preciso fazer muitas mais contas para perceber que a jogabilidade foi reduzida.
E depois, Cabo Verde. Eu até percebo a ideia de uma Cascata temática sobre o arquipélago, possivelmente num nível 1 e com questões acessíveis e ainda assim… Fazê-lo num nível dois, com questões bastante específicas e longe de serem do domínio comum ou vai dar uma cascata com 2 ou 3 pontos ganhos ou, como aconteceu, ser uma oferta de mão beijada para quem, profissionalmente ou pessoalmente tenha um conhecimento específico, neste caso sobre Cabo Verde, mas também poderia ter sido mais à frente com a UCCLA. Na realidade, isto é um pressuposto válido para a escolha de qualquer tema mais particular.
E foi com um suplemento de cachupa rica, que os Zbroing concluíram o nível com energia fazendo 16 pontos, o dobro de qualquer um dos seus concorrentes mais próximos neste nível. Treparam para uma liderança igualada com os Mamedes, com os BMV c/ Laranja a fechar o trio na frente. Os Feios, Porcos e Maus caminhavam para a melhor prestação do ano e os Espertalhos, a perderem algum gás, conseguiam ainda assim a 5a final consecutiva. A fechar os apurados, a Unidade101 que, apesar das dificuldades, conseguia assim o acesso ao terceiro nível.
Golfinho e Power2U ficavam a apenas um pequeno passo da final, mostrando que são equipas em fase de progressão esta época, ao passo que os Ursinho tiveram uma noite morna (ou de mornas?) e falhavam o terceiro nível. Os Lais, que a custo tinham sobrevivido ao nível 1, foram praticamentes espectadores sem hipóteses nesta fase.
Fala comigo, Wilson
Quem aqui chegou, sabia de uma coisa – não ia ser pêra doce. Se boa parte dos níveis três jogados, muitas vezes pendem para o quatro, o encaminhamento deste sugeria algo rápido e indolor, para pôr fim à questão. Não foi um nível 3 pior que outros, mas a embalagem que já trazia dos outros poderá ter anestesiado a audiência. Perguntas a dar a volta – 21 em 36. O único factor emocional foi uma mini luta entre BMV e Zbroing pela liderança, mas estes últimos não cederam e nunca perderam o balanço que já traziam para assegurar a vitória. Os BMV c/ Laranja assinavam uma excelente prestação e os Mamedes fechavam o pódio, abatendo a diferença que os separava dos Cavaleiros e tornando-se agora líderes.
Os Feios, Porcos e Maus também se destacaram, voltando ao convívio das finais num lustroso quarto lugar. A fechar, Espertalhos e Unidade101 que bem podem dar-se por satisteitos por terem chegado à final, já que das suas últimas 12 perguntas directas, viram 7 e 8 darem a volta à sala, respectivamente.
E a noite acabou relativamente depressa, mas infelizmente o entusiasmo já tinha acabado antes. Se aqui fomos apontando falhas às organizações, desculpabilizando nalguns casos a inexperiência, neste caso tal não é possível. Uma vez mais, nunca é aqui posto em causa o empenho da organização ou até o estilo da condução, porque aí é impossível agradar a gregos e troianos, mas sim a forma como se materializa um quiz e do facto de se ter em conta que quem joga não é quem organiza. Podemos até ir, nos quizzes de autor, para áreas que nos dizem mais, sacrificando um pouco o domínio comum, sem que tal torne um jogo impraticável. Mas, se vamos por interesses mais pessoais, uma dificuldade puxada e não criamos as defesas necessárias para que o jogo fique equilibrado, jogável nem que seja nos limites e se evite o favorecimento de A ou B, mesmo que inadvertidamente, então diminui-se o valor do próprio jogo que se está a organizar.
E, dificilmente, o objectivo de quem organiza poderá ser falar para si mesmo um serão inteiro.
Tendo em conta a jogatana de amanhã, o Zé Pedro fez uma pausa do sorteio de respostas aleatórias para o quiz que a Ordem do Fónix está a preparar e deu-nos uma perspectiva do campeonato até agora e também do jogo de amanhã. Aproveitando um vazio legal, vamos avançar desde já que não podemos ser processados pela publicação da entrevista.
Balanço do campeonato, a meio do caminho
O jogo da Ordem do Fónix marca o meio do campeonato. Como é que têm visto as organizações até agora e, traço geral, o campeonato?
É como no circo: há organizações e desorganizações. Temos visto pouco porque os meninos bonitos vão fazer ó-ó bem cedo… Sobre o campeonato, acho que o Benfica se fartou de ganhar, foram 4-1 aos lá de cima, no basquete; que se lixe, tenho de tirar esta pergunta! De resto, só mudam as moscas. Surpreendentemente!!!!!! as seis equipas da frente são as mesmas do ano passado, com a ordem quase invertida. Quem diria?
Na época passada a Ordem do Fónix sagrou-se vencedora graças a uma consistência de resultados ao longo da época. Este ano as coisas estão um pouco mais difíceis. A engrenagem está enferrujada, o alinhamento planetário não tem sido favorável ou, pura e simplesmente, há uma cabala em curso?
Quanto à consistência dos resultados, é sempre a mesma: temos os pontos correspondentes às classificações. Continua a ser tudo fácil, excepto a fumarada dos charutos do Pedro Bonniz. Este ano levamos com anestesia geral para a cirurgia plástica; após a convalescença tudo será diferente. Já me lixaste mais uma data de perguntas! Já não posso perguntar o que é uma engrenagem, quais são os planetas alinhados em Dezembro nem quem anda a comer cabala grelhada. No que respeita ao curso, sim senhor; já encomendámos os diplomas. E não é ferrugem; deve ser a PDI, ou droga nos rebuçados de papel vermelho.
Com os suspeitos do costume a organizarem todos na 2.ª parte da época, quais consideram os principais candidatos? Ou isto até agora foi a brincar e na segunda parte os Fónix vão meter ordem na coisa?
Candidatos, até agora, são o senhor que cospe bolo rei, o que massacra lebres e o bom samaritano dos terramotos. Raisupartiça!!!! Esta pergunta não tiro! Ordem? Mais uma! Também não tiro esta. Para mim uma Ordem de Santiago, que já temos duas Torre e Espada, uma de Avis e outras minudências. Meter na coisa?.. faz-se o que se Pode.
Cascata? É já amanhã, Fónix.
Com a vossa vasta experiência em organizações, podemos esperar uma cascata tradicional à moda antiga ou vão arriscar algumas inovações?
A Experiência não tem servido de muito. Ganham sempre os concorrentes directos. Inovações? Quem tem pachorra para isso? A única alteração que faremos é começar pelo 3.º nível, com equipas sorteadas (ou as sobreviventes de 30 rodadas de bagaço em copos de imperial); no 2.º nível participam as que conseguirem comer mais bifanas; no 1.º podem comparecer familiares até ao 5.º grau.
Foi uma organização da Ordem como colectivo ou foi necessária uma partida de chinquilho para decidir quem seriam os cabecilhas deste jogo em particular?
Isso dos cabecilhas é piada baixa? 头目 para ti também. O chiquilho foi à melhor de sete, em poule, com desempate através de corrida ao pé-cochinho. As perguntas escabrosas, com respostas duvidosas, foram todas feitas por mim, as outras choveram de toda a equipa mas eu é que escolhi as respostas – é que algumas estavam certas.
Há sempre um grande debate em torno dos temas, do facto de haverem ou não cascatas temáticas e até da dificuldade dos níveis. Queres levantar um pouco do véu em torno do que está a ser preparado da vossa parte? Será necessário levar o Manual das Oficinas Gerais de Material Aeronáutico para consulta?
Grande debate? Deu na SIC? Os temas são os do costume: gastronomia chiita, fauna da tundra, ribeiras da Sibéria, compositores escandinavos pré-históricos, literatura infantil do Quirguistão e bons filmes portugueses. Manual das Oficinas Gerais não direi, mas que vai ser preciso saber as rotações das turbinas de todas as aeronaves da FAP, ai isso vai! Quanto ao véu, só depois do casamento.
Estamos à espera de uma organização rigorosa e tu já avisaste - 22.30 folhinhas na mesa e tempo a contar. Tirando o granel do costume, há alguma penalização ponderada para equipas que usem vuvuzelas?
As vuvuzelas são bem-vindas. No meio da barulheira podemos dar pontos a quem quisermos, aceitar respostas erradas, mandar á … quem protestar e sair com a guita sem dar nas vistas. Isso do rigor já anda a fazer chegar a mostarda ao nariz! Para contrariar, vou colocar as folhas às 10:31! Leiam o Regulamento. Agora, a brincar: há cascatas temáticas, e até já disse qual era um dos temas.
Restaurante Estado d' Alma, Bar & Bistro- Zona de Ampliação do centro de Congressos de Lisboa galeria comercial, Lojas 3 e 4, Rua da Junqueira. (Parede lateral da antiga FIL) - 3ªs Feiras às 22h00. Primeiro Sábado do mês em formato cascata. Inscrições previamente.-965868736
AL Café - R. D. Estefânia, 151-C - 4ªs Feiras às 22h00
Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul - Av. D. Carlos I, 61 - 1º (perto do Xafarix) - 4ªs Feiras às 22h15. Última quarta do mês em formato cascata e é necessário marcação prévia.
INdiferente Bar, Rua de Entrecampos 12B, Lisboa, 218209279 - 5ªs Feiras às 22h00
Magic Pool Bar - R. Augusto Gil, 30-A (à Av. Roma) - Domingos às 22h00
Ranking de Outubro
Por ordem de colunas: Classif. actual; Cl. anterior; Equipa; Pontos 5 últimas jornadas e dif. para mês anterior. O nº a verde indica o nº de vezes que lideraram a tabela. A organização e uma falta de comparência não é contabilizada. Com duas faltas, só contabiliza uma. Com três ou mais, contabilizam-se todas (como zero).