segunda-feira, 22 de março de 2010

CLASSIFICAÇÃO DE MARÇO


3ª vitória dos Zbroing 747! que já não conheciam esse gosto desde Dezembro de 2008.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Há pai para esta jornada?



Esgotando no título todo um lote de piadas sobre o Dia do Pai e a jornada de hoje, sobram no entanto algumas questões. Se do ponto de vista climatérico já conseguimos assegurar uma tradicional chuvinha em dia de cascata, resta saber como vão contornar os Indomáveis a ausência do seu líder Marco Vaza, algo que motivou inclusive um pedido de adiamento, que a maioria das equipas terá rejeitado.

Carisma à parte, creio até que já há duas épocas os Indomáveis conduziram uma jornada nesses mesmos moldes, que salvo erro teve lugar no Magic Pool Bar, com bastante calor à mistura. No entanto, do ponto de vista do quiz a coisa correu pacificamente e não há memória de confrontos ao estilo dos de Alvalade ontem. Os Indomáveis são uma equipa experiente e, esperamos nós, terão planeado este quiz com alguma antecipação, o que evitará guerra nas trincheiras e o epíteto de patifes para os organizadores.

Do ponto de vista da competição, continua a haver muita coisa em jogo. Continuarão os Cavaleiros a manter uma prestação regular de alto nível ou há quebras no horizonte? Mamedes, Ursinhos e Espertalhos irão encurtar distâncias ou sofrerão de alergias da Primavera? Chegará Zé Pedro a tempo ao aeroporto da Portela ou os Fonix poderão entrar em parafuso horário? As equipas que já têm uma final no bucho repetirão a dose ou existirão estreantes esta época? Quem será a primeira equipa rookie a destacar-se? Será mais fácil avistar a Irmandade do Bordel ou o Sasquatch esta sexta-feira? Algum dos Defenestrados irá ser apanhado a consumir bebidas alcoólicas com palhinha? Quantas questões será possível fazer nestes moldes antes de ser demasiado chato?


Fora isto, se algum dos Indomáveis ler estas linhas e tiver disponibilidade mental, que mande um mail aqui para o estaminé quizadas@gmail.com e poderemos ter um pequeno apontamento de reportagem. Caso contrário, lá nos veremos mais logo.

domingo, 7 de março de 2010

Adiamento adiado


Ao que foi permitido apurar, incluindo pelo comentário do Johnny Bigodes no post anterior, o pedido de adiamento dos Indomáveis, que pretendiam passar a jornada de dia 19 para dia 26, não foi atendido.

A maioria das equipas não se compadeceu da ausência do líder Indomável, Marco Vaza e, sendo assim, o pai de todos os quizzes terá lugar...no Dia do Pai, como previsto.

O júri decidiu, está decidido.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

2ª Jornada - Crónica de Fevereiro

Como eles próprios já tinham dito, as expectativas não eram difíceis de superar, face ao ano anterior. Pode dizer-se que os Feios, Porcos e Maus tinham razão. Apesar de não ter sido um quiz fora de série, foi uma clara evolução, isento de polémicas na sua maior parte e bem conduzido, o que levou a que o serão (em que a tradicional chuvada não deixou de marcar presença) tenha passado a bom ritmo e ninguém tenha saído da academia já em horário escolar.

Quanto ao jogo em si, falaremos adiante, mas em termos de vencedor, pode dizer-se que a cavalgada de 2º nível dos Cavaleiros arrumou a questão e depois o entretenimento final foi a luta pelo segundo lugar. A surpresa da jornada terá sido a eliminação da Ordem do Fónix num precoce 1º nível.


Uma colorida parte escrita




Entre lápis de cor e guitarradas, a parte escrita dos Feios, Porcos e Maus teve a clara vantagem de ser um aquecimento ligeiro, como se pretende, embora o vocalista de serviço tivesse um timbre que não favorecia a cristaleira da Academia.
Um pormenor que o Johnny Moustache não se cansa de referir com alguma razão – A razão da simplificação de 10 perguntas = 1 ponto cada resposta certa podia ter dado ainda mais colorido a esta prova, pois o sistema de pontuação levou a que a correcção ainda levasse perto de meia hora.
Valentejanus e Zbroing levavam aí a dianteira, a Ordem do Fónix, com apenas dois pontos já previa um primeiro nível a suar para recuperar a diferença.


Um nível pornograficamente acessível




A organização disse à partida “Este ano quisemos fazer um primeiro nível fácil”. A audiência, habituada a promessas, reagiu com indiferença. A organização acrescentou “Um dos temas das cascata é Porno”. A audiência rejubilou, com palmas, gritos de incentivo e, aqui e ali, lágrimas de emoção.
Com o Élcio ao comando a dar-lhe no Teleponto, um primeiro nível acessível tornou-se aquilo que costuma ser. Penalizador para equipas que tiveram uma parte escrita uns furos abaixo e para aqueles que falham as directas. Os temas foram passando até à última categoria, o esperado Porno, em que verdadeiros especialistas encapotados não deram margem a muitas cascatas, nem que obviamente alguma pergunta desse a volta à sala.

Tendo faltado os NNAPED e a sempre imprevisível Irmandade, as seis equipas eliminadas na 1ª fase foram aquelas que tinham tido menos pontos na parte escrita, de nada valendo as boas recuperações dos Indomáveis e dos Fonix, que ficaram por aqui, tal como uns Power2U ainda a aquecer motores, uns Defenestrados em estreia esta época e Folie a Cinq e Golfinhos a fechar o pelotão.

Neste nível, algo que se viria a comprovar nos seguintes, já foi possível detectar aquela que foi possivelmente a falha maior desta organização. O escalonamento da dificuldade dentro do próprio nível e na distribuição disso mesmo pelas equipas. Se em certos temas se verificava que as perguntas era mais puxadas para as equipas que fechavam a ronda, noutros era a dificuldade mesmo que era por vezes diferenciada.
Mas esta, a par da escolha temática, é sempre a dificuldade maior na elaboração de um quiz de cascata e tal não torna que o resultado final tenha sido claramente satisfatório.

Cavaleiros de segundo nível




Mais do que uma provocação barata aos membros da Cavalaria Cascatiana (seria um desperdício investir numa de maior valor), o segundo nível pertenceu-lhes. Beneficiando de algum desacerto nas mesas que os rodeavam, mais uma pontaria afinada, somaram 16 pontos e de um fosso de quase 10 no final do nível, que resolveram praticamente as coisas.
Quanto ao nível 2, a apresentação continuou a bom nível, tal como a generalidade dos temas abordados, mas foi também mais notório que a distribuição da dificuldade ia tendo algum peso, com equipas como os BMV a terem alguma razão de queixa (50% das suas directas deram a volta à sala neste nível) e também os Freakadellos (com 2 a dar a volta). Estas equipas acabariam por ficar por este nível, assim como a Unidade 101, ex- Liga dos Últimos, que começa assim a deixar para trás a jornada de Janeiro e os Valentejanus, que apesar de terem perdido gradualmente o gás nesta jornada, parecem estar mais coesos do que na época passada.

Entre finalistas, tirando na liderança, muita coisa estava ainda em aberto.

Cinco contra um para fechar a bom ritmo




Com os Cavaleiro em gestão de vantagem e as equipas ainda despertas por serem apenas duas da manhã, a luta pelo pódio avizinhava-se interessante. Só os Lais, que fizeram uma bela prova até ao nível final, tinham algum atraso.
Os Espertalhos do Carinho posicionaram-se inicialmente como candidatos ao segundo lugar, seguidos por Ursinhos e Zbroing. Os Mamedes, algo desfalcados, fizeram jus ao nome do seu ídolo e perderam também alguma força na volta final. O nível três não foi completamente impossível, mas incluiu uma pergunta de bónus sobre os Pearl Jam que acabou por dar alento aos Ursinho, que numa ponta final ao sprint (10 pontos num 3º nível é sempre um feito) ficaram com o segundo lugar, deixando Espertalhos em tercerio e Zbroing em quarto lugar, mas com estas duas equipas a recuperarem de uma primeira jornada menos vistosa.

Em conclusão uma jornada interessante, longe da polémica da anterior e com a vantagem de ter constituído um serão de entretenimento em quiz e não uma odisseia de martírio. Nota positiva para os Feios, Porcos e Maus, que embora tenham ainda boa margem para melhorar, mostraram estar no bom caminho. Parabéns portanto a vencedores e organizadores.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Feios, Porcos, Maus e Escutas - Antevisão a menos de uma semana



Naquilo que se pode chamar uma linha editorial altamente criativa, este blog agradece ao Sol a disponibilização de uma escuta entre um administrador de uma empresa pública de renome e um elemento da equipa Feios, Porcos e Maus.

Administrador - Ouve lá, Mestre. como é que está definida a equipa dos Feios, Porcos e Maus. Aquilo é mesmo um plantel?

João Mestre (JM) - O plantel está como se quer: definido, coerente, focado na vitória ou em qualquer outro resultado. O balneário está motivado - em particular porque, este ano, temos duas garotas a alinhar connosco.

Administrador (ruídos de fundo algures entre uma máquina de barbear e uma lixeira) - Epá,depois de uma entrada em grande e de um segundo ano com um pouco menos de fulgor, o que é que podemos esperar de vocês para esta época?


JM - Ora... uma época com ainda menos fulgor, que culminará com uma saída em grande (mas tudo fruto do acaso, erro estatístico, desalinhamento dos planetas... ou qualquer outro motivo não imputável à nossa cultura geral, que continuará pouco geral e pouco culta.

Administrador (ouvindo-se a voz de Mário Crespo ao fundo. Parece estar a ser torturado) - E essa história dos Regulamentos, Decretos, Mandamentos, etc. Acham que há necessidade disso ou a lógica mais ou menos de auto-regulação vai funcionando na cascata?

JM - O neo-liberalismo tem os seus frutos. Dá azo a mais lutas encarniçadas por dá cá aquela palha. E isso, admitamos, faz parte do entretenimento nas noites de Quiz. Por outro lado, essa coisa de se ter acrescentado mais um elemento às equipas é simpático - se raramente conseguimos 5 elementos para jogar, não vemos por que razão não havemos de (não) jogar com 6.

Administrador -(música de fundo parece ser "Foram cardos, foram prosas") - E O facto do vosso quiz do ano passado ter sido um bocado fustigado pela critica e terem havido momentos em que o Sá Pinto e o Liedson se sentiriam como peixe na água. Acham que a história se pode repetir este ano ou fizeram treino específico? Ponderam contratar stewards do Benfica em regime freelance?

Ah e depois da jornada de Janeiro, com tudo o que já foi dito sobre a mesma, que notas mentais é que retiraram para o vosso quiz? Há apontamentos inovadores em perspectiva?

JM - Juntemos duas questões numa grandiosa e abrangente resposta. O nosso Quiz do ano passado até foi bom: houve grandes ganhos ao nível da interacção público-organização (raramente se terá visto uma coisa assim); conseguimos estabelecer um novo recorde, e um recorde é sempre motivo de orgulho (nem que seja para o maior número de respostas que deram a volta à sala sem resposta); por outro lado, com o tempo que demorou, acabámos todos por passar mais tempo juntos, o que é sempre agradável.

E a parte melhor de todas: depois do desastre de 2009, as expectativas quanto a nós estão tão em baixo que só com muita arte conseguiremos desiludir quem quer que seja. E nós não temos muita arte...


Administrador (ouvem-se licitações no background. Parece estar a haver um leilão para arrematamento de 10 providências cautelares e 10 Toques Jamba) - A terminar, entre estes quatro, qual seria o melhor mote para a organização deste mês:
“Desculpem lá, mas ainda somos novatos”, “É um quiz que faz jus ao nosso nome”, “Não mexe, não respira, já está” ou “A coisa está feita para homens e mulheres de barba rija”.


JM - Se pudermos jogar uma tripla, utilizaríamos todos menos o "não mexe, não respira, já está". De qualquer forma, vamos tentar retirar uns 15 minutos à nossa marca de 4h52 minutos do ano passado. Mais do que isso, só se o deus de alguém quiser...

Como não fizeram uma pergunta sobre inovação no nosso Quiz (N.R. - fizemos, fizemos, pá, tu é que estavas desatento), nós respondemos: sim, haverá inovação. Hmmm... talvez "experimentalismo" seja a designação mais adequada. Vamos experimentar uma coisas - se correr mal, há sempre essa desculpa «ah, mas nós estávamos a tentar inovar... sabem como é difícil inovar?».

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Agora para quem leva isto mesmo muito a sério: estamos a tentar fazer amigos com este Quiz. Já aprendemos uns truques do ano passado. Esperemos que gostem. Até lá, preparem-se: capitais de países do corno de África, bandas de Seattle que só existiram entre 1989 e 1993 e frases de escutas célebres serão tópicos fortes. Ou não.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Quizzes aos molhos



Deve ser da época, mas o Carnaval tem destas coisas. Consta que na próxima 6ª, dia 12, o Centro de Bridge de Lisboa vai ter mais um quiz a la carte. Com organização de João Faria e início marcado para as 22h, por 1,5€ de inscrição têm direito a 50 perguntas dos mais diversos naipes.

Mais informação, só junto das autoridades competentes.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Lisboa quiz à noite

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Ora aqui vai mais um espaço de quiz!

Numa altura em que os três espaços actuais de quiz, divulgados neste blog, já estão fidelizados com clientes fora do âmbito dos tubarões cascatenses (e ainda bem), chega um novo espaço que vem revitalizar a zona de Lisboa onde tudo começou a ferver: Santos!

A abertura decorre(u) nesta quarta-feira, ao que me penitencio por não ter lido o mail a tempo, e teve António Pascoalinho na estreia, esse mítico dinossauro "apocalíptico" das lides.

O cartaz de apresentação bastante sugestivo, que se apresenta ao lado, diz-nos que o espaço é na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul que fica na rua do mesmo nome, à Av. D. Carlos I.

Todos nós esperamos quando seja possível, quer em mensagem para o mail, quer em comentário na caixa anexa, que nos completem algumas informações necessárias:

-Qual a morada exacta?
-É um bar ou uma espécie de academia?
-É mesmo todas as quartas?
-Há mais a organizar?
-Tem zonas de fumadores e não-fumadores, enquanto se joga?
-O Pascoalinho é mesmo o pai do Luke e andámos enganados este tempo todo?

E com esta me vou...

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Crónica da Jornada de Janeiro

Há algum Sun Tzu na sala?


No início do campeonato de cascata 2010, este é capaz de ter sido o nome mais invocado na sala. Quer pelas particularidades do quiz em si, como pelos momentos de “Arte da Guerra Verbal”, que a espaços foram surgindo.
De facto, a estreia da Liga dos Últimos enquanto organizadores veio provar que passar da teoria à prática, nem sempre são rosas. É sempre mais fácil criticar um quiz do que fazê-lo, mas também há aspectos que a aprendizagem presencial que se vai fazendo ao longo de um campeonato devia servir para corrigir.

Primeiro que tudo, há que simplificar para ser eficaz. Não entrando já em detalhes sobre cada uma das fases que presenciei (excluindo nível 3), o empenho e dedicação da Liga dos Últimos não está em causa. A forma como o materializaram é que ficou bastante longe do ponto óptimo. Creio que foram a estruturação e a condução do jogo, mais do que o conteúdo das perguntas, que o minaram e o tornaram num processo arrastado e algo turbulento.

Acredito que não era bem isto que a Liga dos Últimos pretendia para a sua estreia, mas há também aspectos positivos a retirar, nomeadamente a parte escrita, sobre a qual falaremos adiante.


Desmanchando o Porco



A parte escrita foi possivelmente a parte mais bem conseguida do quiz da Liga dos Últimos, sendo diversificada e interessante pecando apenas, a meu ver, na complexidade do sistema de pontuação e nas músicas, que não foram favorecidas pelo audio da sala.
Da prova de bolos, ao teste de chá, passando pelo calhau nas mesas, creio que foi divertida e isso também é de valorizar numa parte escrita. Simplificando-a um pouco, teria sido o toque de mestre.
Nesta fase, Mamedes tomaram a dianteira, mas o pelotão era compacto e só o ponto solitário da Ordem do Fónix destoava um pouco.


Bota Botilde, onde estás?



Com duas equipas novas em jogo, Folie a Cinq e Power 2U, 17 equipas em jogo e Johnny Bigodes a usar a palavra “mormente” na sua introdução pré-jogo, sabia-se que a coisa podia ser complicada. O começo do nível 1 já perto da meia noite deu força a esses indícios.

A ideia de dar temas a escolher às equipas poderia até ser interessante, mas só se a mecânica de execução estivesse muito bem oleada. O que, infelizmente, não aconteceu. Não só a compartimentalização dos temas não foi estanque o suficiente para evitar alguma polémica (ex: Militar em Desporto e Laser, quando havia uma categoria Sun Tzu, uma categoria Generalidades com uma sub-categoria Diversos, só para citar alguns), como a meio das cascatas o pedido dos temas já tinha ido às malvas, pela quebra de ritmo que causava.

A formulação das perguntas “a la Carlos Cruz do 1,2,3” também não vingou. Aquilo que se pode ganhar em humanizar uma pergunta, perde-se de imediato na falta de eficácia na formulação da mesma, assim como a simplicidade que se pede num ambiente onde nunca falta o granel e, regularmente, o Carlos Manuel. Isso transformou um nível 1 num calvário, que nem um toque de carga de cavalaria poderia resolver.

Pelo meio havia de facto perguntas interessantes e engraçadas, apesar de alguma incidência temática dentro dos sub-temas (perguntas de Monty Python, por exemplo). Só que o embrulho das mesmas prejudicou-as, assim como algum desnorte na condução a espaços (a questão do Anel de Fogo, quando a palavra Pacífico já fazia parte da questão, é um exemplo de preciosismo). No entanto, em termos da dificuldade efectiva, o nível 1 não fugiu muito do que deveria ser e quem conseguiu safar as suas directas colocou-se em boa posição. Pelas condicionantes do sorteio aberto, as cascatas concentraram-se essencialmente nas equipas das “pontas” da sala e no farol dos Mamedes.

As equipas estreantes acabaram por ficar por este nível, com uns Folie a Cinq a prometerem mais, tal como os NNAPED, Lais e Irmandade do Bordel. Indomáveis acabavam por ser a surpresa nas eliminações precoces e, a fechar o grupo dos eliminados, os Golfinhos, agora com o reforço Quizadas na área. Freakadellos e Mamedes lideravam, com uns BMV c/ laranja em perseguição e uma Ordem do Fónix em recuperação.


Pontos altos e baixos já em noite avançada




O nível dois começou perto das duas da matina, quando o relógio biológico das equipas concorrentes já ia para aí no nível três. Mantiveram-se os temas do nível anterior, mudou-se o apresentador, aumentou o granel e a confusão. Uma vez mais creio que, foi a formulação das perguntas, assim como a estruturação da distribuição das mesmas (sobre isso falaremos no fim) que ajudou à festa.
Uma condução de mão firme (não confundir com ditatorial) teria atenuado as questões que foram surgindo, mas o nervosismo compreensível da estreia pode ter os seus efeitos e já se sabe que equipas em fúria detectam facilmente “o cheiro a sangue”.

Pelo meio de zonas de pontos altos em Lisboa e os Sportings da Liga Profissional, os ânimos foram aquecendo e equipas como os Feios, Porcos e Maus e os Valentejanus cedo ficaram fora da contenda, ao passo que Espertalhos e Zbroing lutaram até ao fim, mas acabaram por ter uma eliminação algo precoce para as suas expectativas.

Na luta pela liderança, os Fónix vinha de trás para a frente, com Mamedes, Cavaleiros e Ursinhos por perto e BMV e Freakadellos a perder algum gás.


Nevoeiro na recta da metal



Não estando presente, não posso avaliar condignamente este nível. Sei aquilo que os pontos me dizem e uma primeira cascata que testemunhei, fez-me prever um nível 3 ainda assim algo acessível, em vez do nível 5 que por vezes acontece. Posso, obviamente, estar enganado.

Os Mamedes fizeram um 3º nível bastante forte, saindo como vencedores da noite, seguidos por uns Cavaleiros que roubaram o 2ºlugar aos Fónix no photo finish. Ursinho em 4º, com Freakadellos e BMV c/Laranja a fechar o pelotão, sendo os primeiros o único intruso numa final preenchida de equipas “clássicas”.

A madrugada já devia ir adiantada e o serão de diversão já devia ter ido para casa.


Nota final: Não incluí isto na análise, porque não estou certo da mesma e se a organização me esclarecer, agradeço. Pareceu-me que a distribuição das perguntas não foi feita por equipas, mas sim por temas. Ou seja, não havia perguntas atribuídas especificamente a uma mesa, mas iam sendo tiradas consoante o tema.
Se assim foi, pode ter contribuído para alguma ineficiência na distribuição das mesmas, já que a nivelação da dificuldade/distribuição por mesa é bem mais precisa. Deixar os temas “à solta”, pode contribuir para oscilações de dificuldade completamente aleatórias, já que é difícil perceber que equipa responde ao quê.
Como disse, foi a minha impressão, sem certezas.

Classificação da jornada de Janeiro




Agradecendo, desde já, ao Bigodes por nos ter disponibilizado a classificação do 3º nível, acrescento que a partir dos dados recebidos só é possível fazer mesmo a tabela básica (apesar do ódio de estimação ao Excel). O pormenor da pseudo-inovação em termos da tabela "Campeões Mensais" fica este mês algo coxa, por não haver o somatório com o nível final.




Segue-se a crónica.


Ps - Como não grande devoção do cronista por tabelas grandes, aos apreciadores de maior detalhe visual peço desculpa, mas terão que clicar na imagem.

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