domingo, 21 de fevereiro de 2010

2ª Jornada - Crónica de Fevereiro

Como eles próprios já tinham dito, as expectativas não eram difíceis de superar, face ao ano anterior. Pode dizer-se que os Feios, Porcos e Maus tinham razão. Apesar de não ter sido um quiz fora de série, foi uma clara evolução, isento de polémicas na sua maior parte e bem conduzido, o que levou a que o serão (em que a tradicional chuvada não deixou de marcar presença) tenha passado a bom ritmo e ninguém tenha saído da academia já em horário escolar.

Quanto ao jogo em si, falaremos adiante, mas em termos de vencedor, pode dizer-se que a cavalgada de 2º nível dos Cavaleiros arrumou a questão e depois o entretenimento final foi a luta pelo segundo lugar. A surpresa da jornada terá sido a eliminação da Ordem do Fónix num precoce 1º nível.


Uma colorida parte escrita




Entre lápis de cor e guitarradas, a parte escrita dos Feios, Porcos e Maus teve a clara vantagem de ser um aquecimento ligeiro, como se pretende, embora o vocalista de serviço tivesse um timbre que não favorecia a cristaleira da Academia.
Um pormenor que o Johnny Moustache não se cansa de referir com alguma razão – A razão da simplificação de 10 perguntas = 1 ponto cada resposta certa podia ter dado ainda mais colorido a esta prova, pois o sistema de pontuação levou a que a correcção ainda levasse perto de meia hora.
Valentejanus e Zbroing levavam aí a dianteira, a Ordem do Fónix, com apenas dois pontos já previa um primeiro nível a suar para recuperar a diferença.


Um nível pornograficamente acessível




A organização disse à partida “Este ano quisemos fazer um primeiro nível fácil”. A audiência, habituada a promessas, reagiu com indiferença. A organização acrescentou “Um dos temas das cascata é Porno”. A audiência rejubilou, com palmas, gritos de incentivo e, aqui e ali, lágrimas de emoção.
Com o Élcio ao comando a dar-lhe no Teleponto, um primeiro nível acessível tornou-se aquilo que costuma ser. Penalizador para equipas que tiveram uma parte escrita uns furos abaixo e para aqueles que falham as directas. Os temas foram passando até à última categoria, o esperado Porno, em que verdadeiros especialistas encapotados não deram margem a muitas cascatas, nem que obviamente alguma pergunta desse a volta à sala.

Tendo faltado os NNAPED e a sempre imprevisível Irmandade, as seis equipas eliminadas na 1ª fase foram aquelas que tinham tido menos pontos na parte escrita, de nada valendo as boas recuperações dos Indomáveis e dos Fonix, que ficaram por aqui, tal como uns Power2U ainda a aquecer motores, uns Defenestrados em estreia esta época e Folie a Cinq e Golfinhos a fechar o pelotão.

Neste nível, algo que se viria a comprovar nos seguintes, já foi possível detectar aquela que foi possivelmente a falha maior desta organização. O escalonamento da dificuldade dentro do próprio nível e na distribuição disso mesmo pelas equipas. Se em certos temas se verificava que as perguntas era mais puxadas para as equipas que fechavam a ronda, noutros era a dificuldade mesmo que era por vezes diferenciada.
Mas esta, a par da escolha temática, é sempre a dificuldade maior na elaboração de um quiz de cascata e tal não torna que o resultado final tenha sido claramente satisfatório.

Cavaleiros de segundo nível




Mais do que uma provocação barata aos membros da Cavalaria Cascatiana (seria um desperdício investir numa de maior valor), o segundo nível pertenceu-lhes. Beneficiando de algum desacerto nas mesas que os rodeavam, mais uma pontaria afinada, somaram 16 pontos e de um fosso de quase 10 no final do nível, que resolveram praticamente as coisas.
Quanto ao nível 2, a apresentação continuou a bom nível, tal como a generalidade dos temas abordados, mas foi também mais notório que a distribuição da dificuldade ia tendo algum peso, com equipas como os BMV a terem alguma razão de queixa (50% das suas directas deram a volta à sala neste nível) e também os Freakadellos (com 2 a dar a volta). Estas equipas acabariam por ficar por este nível, assim como a Unidade 101, ex- Liga dos Últimos, que começa assim a deixar para trás a jornada de Janeiro e os Valentejanus, que apesar de terem perdido gradualmente o gás nesta jornada, parecem estar mais coesos do que na época passada.

Entre finalistas, tirando na liderança, muita coisa estava ainda em aberto.

Cinco contra um para fechar a bom ritmo




Com os Cavaleiro em gestão de vantagem e as equipas ainda despertas por serem apenas duas da manhã, a luta pelo pódio avizinhava-se interessante. Só os Lais, que fizeram uma bela prova até ao nível final, tinham algum atraso.
Os Espertalhos do Carinho posicionaram-se inicialmente como candidatos ao segundo lugar, seguidos por Ursinhos e Zbroing. Os Mamedes, algo desfalcados, fizeram jus ao nome do seu ídolo e perderam também alguma força na volta final. O nível três não foi completamente impossível, mas incluiu uma pergunta de bónus sobre os Pearl Jam que acabou por dar alento aos Ursinho, que numa ponta final ao sprint (10 pontos num 3º nível é sempre um feito) ficaram com o segundo lugar, deixando Espertalhos em tercerio e Zbroing em quarto lugar, mas com estas duas equipas a recuperarem de uma primeira jornada menos vistosa.

Em conclusão uma jornada interessante, longe da polémica da anterior e com a vantagem de ter constituído um serão de entretenimento em quiz e não uma odisseia de martírio. Nota positiva para os Feios, Porcos e Maus, que embora tenham ainda boa margem para melhorar, mostraram estar no bom caminho. Parabéns portanto a vencedores e organizadores.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Feios, Porcos, Maus e Escutas - Antevisão a menos de uma semana



Naquilo que se pode chamar uma linha editorial altamente criativa, este blog agradece ao Sol a disponibilização de uma escuta entre um administrador de uma empresa pública de renome e um elemento da equipa Feios, Porcos e Maus.

Administrador - Ouve lá, Mestre. como é que está definida a equipa dos Feios, Porcos e Maus. Aquilo é mesmo um plantel?

João Mestre (JM) - O plantel está como se quer: definido, coerente, focado na vitória ou em qualquer outro resultado. O balneário está motivado - em particular porque, este ano, temos duas garotas a alinhar connosco.

Administrador (ruídos de fundo algures entre uma máquina de barbear e uma lixeira) - Epá,depois de uma entrada em grande e de um segundo ano com um pouco menos de fulgor, o que é que podemos esperar de vocês para esta época?


JM - Ora... uma época com ainda menos fulgor, que culminará com uma saída em grande (mas tudo fruto do acaso, erro estatístico, desalinhamento dos planetas... ou qualquer outro motivo não imputável à nossa cultura geral, que continuará pouco geral e pouco culta.

Administrador (ouvindo-se a voz de Mário Crespo ao fundo. Parece estar a ser torturado) - E essa história dos Regulamentos, Decretos, Mandamentos, etc. Acham que há necessidade disso ou a lógica mais ou menos de auto-regulação vai funcionando na cascata?

JM - O neo-liberalismo tem os seus frutos. Dá azo a mais lutas encarniçadas por dá cá aquela palha. E isso, admitamos, faz parte do entretenimento nas noites de Quiz. Por outro lado, essa coisa de se ter acrescentado mais um elemento às equipas é simpático - se raramente conseguimos 5 elementos para jogar, não vemos por que razão não havemos de (não) jogar com 6.

Administrador -(música de fundo parece ser "Foram cardos, foram prosas") - E O facto do vosso quiz do ano passado ter sido um bocado fustigado pela critica e terem havido momentos em que o Sá Pinto e o Liedson se sentiriam como peixe na água. Acham que a história se pode repetir este ano ou fizeram treino específico? Ponderam contratar stewards do Benfica em regime freelance?

Ah e depois da jornada de Janeiro, com tudo o que já foi dito sobre a mesma, que notas mentais é que retiraram para o vosso quiz? Há apontamentos inovadores em perspectiva?

JM - Juntemos duas questões numa grandiosa e abrangente resposta. O nosso Quiz do ano passado até foi bom: houve grandes ganhos ao nível da interacção público-organização (raramente se terá visto uma coisa assim); conseguimos estabelecer um novo recorde, e um recorde é sempre motivo de orgulho (nem que seja para o maior número de respostas que deram a volta à sala sem resposta); por outro lado, com o tempo que demorou, acabámos todos por passar mais tempo juntos, o que é sempre agradável.

E a parte melhor de todas: depois do desastre de 2009, as expectativas quanto a nós estão tão em baixo que só com muita arte conseguiremos desiludir quem quer que seja. E nós não temos muita arte...


Administrador (ouvem-se licitações no background. Parece estar a haver um leilão para arrematamento de 10 providências cautelares e 10 Toques Jamba) - A terminar, entre estes quatro, qual seria o melhor mote para a organização deste mês:
“Desculpem lá, mas ainda somos novatos”, “É um quiz que faz jus ao nosso nome”, “Não mexe, não respira, já está” ou “A coisa está feita para homens e mulheres de barba rija”.


JM - Se pudermos jogar uma tripla, utilizaríamos todos menos o "não mexe, não respira, já está". De qualquer forma, vamos tentar retirar uns 15 minutos à nossa marca de 4h52 minutos do ano passado. Mais do que isso, só se o deus de alguém quiser...

Como não fizeram uma pergunta sobre inovação no nosso Quiz (N.R. - fizemos, fizemos, pá, tu é que estavas desatento), nós respondemos: sim, haverá inovação. Hmmm... talvez "experimentalismo" seja a designação mais adequada. Vamos experimentar uma coisas - se correr mal, há sempre essa desculpa «ah, mas nós estávamos a tentar inovar... sabem como é difícil inovar?».

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Agora para quem leva isto mesmo muito a sério: estamos a tentar fazer amigos com este Quiz. Já aprendemos uns truques do ano passado. Esperemos que gostem. Até lá, preparem-se: capitais de países do corno de África, bandas de Seattle que só existiram entre 1989 e 1993 e frases de escutas célebres serão tópicos fortes. Ou não.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Quizzes aos molhos



Deve ser da época, mas o Carnaval tem destas coisas. Consta que na próxima 6ª, dia 12, o Centro de Bridge de Lisboa vai ter mais um quiz a la carte. Com organização de João Faria e início marcado para as 22h, por 1,5€ de inscrição têm direito a 50 perguntas dos mais diversos naipes.

Mais informação, só junto das autoridades competentes.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Lisboa quiz à noite

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Ora aqui vai mais um espaço de quiz!

Numa altura em que os três espaços actuais de quiz, divulgados neste blog, já estão fidelizados com clientes fora do âmbito dos tubarões cascatenses (e ainda bem), chega um novo espaço que vem revitalizar a zona de Lisboa onde tudo começou a ferver: Santos!

A abertura decorre(u) nesta quarta-feira, ao que me penitencio por não ter lido o mail a tempo, e teve António Pascoalinho na estreia, esse mítico dinossauro "apocalíptico" das lides.

O cartaz de apresentação bastante sugestivo, que se apresenta ao lado, diz-nos que o espaço é na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul que fica na rua do mesmo nome, à Av. D. Carlos I.

Todos nós esperamos quando seja possível, quer em mensagem para o mail, quer em comentário na caixa anexa, que nos completem algumas informações necessárias:

-Qual a morada exacta?
-É um bar ou uma espécie de academia?
-É mesmo todas as quartas?
-Há mais a organizar?
-Tem zonas de fumadores e não-fumadores, enquanto se joga?
-O Pascoalinho é mesmo o pai do Luke e andámos enganados este tempo todo?

E com esta me vou...

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Crónica da Jornada de Janeiro

Há algum Sun Tzu na sala?


No início do campeonato de cascata 2010, este é capaz de ter sido o nome mais invocado na sala. Quer pelas particularidades do quiz em si, como pelos momentos de “Arte da Guerra Verbal”, que a espaços foram surgindo.
De facto, a estreia da Liga dos Últimos enquanto organizadores veio provar que passar da teoria à prática, nem sempre são rosas. É sempre mais fácil criticar um quiz do que fazê-lo, mas também há aspectos que a aprendizagem presencial que se vai fazendo ao longo de um campeonato devia servir para corrigir.

Primeiro que tudo, há que simplificar para ser eficaz. Não entrando já em detalhes sobre cada uma das fases que presenciei (excluindo nível 3), o empenho e dedicação da Liga dos Últimos não está em causa. A forma como o materializaram é que ficou bastante longe do ponto óptimo. Creio que foram a estruturação e a condução do jogo, mais do que o conteúdo das perguntas, que o minaram e o tornaram num processo arrastado e algo turbulento.

Acredito que não era bem isto que a Liga dos Últimos pretendia para a sua estreia, mas há também aspectos positivos a retirar, nomeadamente a parte escrita, sobre a qual falaremos adiante.


Desmanchando o Porco



A parte escrita foi possivelmente a parte mais bem conseguida do quiz da Liga dos Últimos, sendo diversificada e interessante pecando apenas, a meu ver, na complexidade do sistema de pontuação e nas músicas, que não foram favorecidas pelo audio da sala.
Da prova de bolos, ao teste de chá, passando pelo calhau nas mesas, creio que foi divertida e isso também é de valorizar numa parte escrita. Simplificando-a um pouco, teria sido o toque de mestre.
Nesta fase, Mamedes tomaram a dianteira, mas o pelotão era compacto e só o ponto solitário da Ordem do Fónix destoava um pouco.


Bota Botilde, onde estás?



Com duas equipas novas em jogo, Folie a Cinq e Power 2U, 17 equipas em jogo e Johnny Bigodes a usar a palavra “mormente” na sua introdução pré-jogo, sabia-se que a coisa podia ser complicada. O começo do nível 1 já perto da meia noite deu força a esses indícios.

A ideia de dar temas a escolher às equipas poderia até ser interessante, mas só se a mecânica de execução estivesse muito bem oleada. O que, infelizmente, não aconteceu. Não só a compartimentalização dos temas não foi estanque o suficiente para evitar alguma polémica (ex: Militar em Desporto e Laser, quando havia uma categoria Sun Tzu, uma categoria Generalidades com uma sub-categoria Diversos, só para citar alguns), como a meio das cascatas o pedido dos temas já tinha ido às malvas, pela quebra de ritmo que causava.

A formulação das perguntas “a la Carlos Cruz do 1,2,3” também não vingou. Aquilo que se pode ganhar em humanizar uma pergunta, perde-se de imediato na falta de eficácia na formulação da mesma, assim como a simplicidade que se pede num ambiente onde nunca falta o granel e, regularmente, o Carlos Manuel. Isso transformou um nível 1 num calvário, que nem um toque de carga de cavalaria poderia resolver.

Pelo meio havia de facto perguntas interessantes e engraçadas, apesar de alguma incidência temática dentro dos sub-temas (perguntas de Monty Python, por exemplo). Só que o embrulho das mesmas prejudicou-as, assim como algum desnorte na condução a espaços (a questão do Anel de Fogo, quando a palavra Pacífico já fazia parte da questão, é um exemplo de preciosismo). No entanto, em termos da dificuldade efectiva, o nível 1 não fugiu muito do que deveria ser e quem conseguiu safar as suas directas colocou-se em boa posição. Pelas condicionantes do sorteio aberto, as cascatas concentraram-se essencialmente nas equipas das “pontas” da sala e no farol dos Mamedes.

As equipas estreantes acabaram por ficar por este nível, com uns Folie a Cinq a prometerem mais, tal como os NNAPED, Lais e Irmandade do Bordel. Indomáveis acabavam por ser a surpresa nas eliminações precoces e, a fechar o grupo dos eliminados, os Golfinhos, agora com o reforço Quizadas na área. Freakadellos e Mamedes lideravam, com uns BMV c/ laranja em perseguição e uma Ordem do Fónix em recuperação.


Pontos altos e baixos já em noite avançada




O nível dois começou perto das duas da matina, quando o relógio biológico das equipas concorrentes já ia para aí no nível três. Mantiveram-se os temas do nível anterior, mudou-se o apresentador, aumentou o granel e a confusão. Uma vez mais creio que, foi a formulação das perguntas, assim como a estruturação da distribuição das mesmas (sobre isso falaremos no fim) que ajudou à festa.
Uma condução de mão firme (não confundir com ditatorial) teria atenuado as questões que foram surgindo, mas o nervosismo compreensível da estreia pode ter os seus efeitos e já se sabe que equipas em fúria detectam facilmente “o cheiro a sangue”.

Pelo meio de zonas de pontos altos em Lisboa e os Sportings da Liga Profissional, os ânimos foram aquecendo e equipas como os Feios, Porcos e Maus e os Valentejanus cedo ficaram fora da contenda, ao passo que Espertalhos e Zbroing lutaram até ao fim, mas acabaram por ter uma eliminação algo precoce para as suas expectativas.

Na luta pela liderança, os Fónix vinha de trás para a frente, com Mamedes, Cavaleiros e Ursinhos por perto e BMV e Freakadellos a perder algum gás.


Nevoeiro na recta da metal



Não estando presente, não posso avaliar condignamente este nível. Sei aquilo que os pontos me dizem e uma primeira cascata que testemunhei, fez-me prever um nível 3 ainda assim algo acessível, em vez do nível 5 que por vezes acontece. Posso, obviamente, estar enganado.

Os Mamedes fizeram um 3º nível bastante forte, saindo como vencedores da noite, seguidos por uns Cavaleiros que roubaram o 2ºlugar aos Fónix no photo finish. Ursinho em 4º, com Freakadellos e BMV c/Laranja a fechar o pelotão, sendo os primeiros o único intruso numa final preenchida de equipas “clássicas”.

A madrugada já devia ir adiantada e o serão de diversão já devia ter ido para casa.


Nota final: Não incluí isto na análise, porque não estou certo da mesma e se a organização me esclarecer, agradeço. Pareceu-me que a distribuição das perguntas não foi feita por equipas, mas sim por temas. Ou seja, não havia perguntas atribuídas especificamente a uma mesa, mas iam sendo tiradas consoante o tema.
Se assim foi, pode ter contribuído para alguma ineficiência na distribuição das mesmas, já que a nivelação da dificuldade/distribuição por mesa é bem mais precisa. Deixar os temas “à solta”, pode contribuir para oscilações de dificuldade completamente aleatórias, já que é difícil perceber que equipa responde ao quê.
Como disse, foi a minha impressão, sem certezas.

Classificação da jornada de Janeiro




Agradecendo, desde já, ao Bigodes por nos ter disponibilizado a classificação do 3º nível, acrescento que a partir dos dados recebidos só é possível fazer mesmo a tabela básica (apesar do ódio de estimação ao Excel). O pormenor da pseudo-inovação em termos da tabela "Campeões Mensais" fica este mês algo coxa, por não haver o somatório com o nível final.




Segue-se a crónica.


Ps - Como não grande devoção do cronista por tabelas grandes, aos apreciadores de maior detalhe visual peço desculpa, mas terão que clicar na imagem.

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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Aviso à navegação para amanhã



.Juventude, o excelentíssimo Sr. ex-Bigodes fez chegar uma missiva aos representantes das diversas equipas, tendo em conta o quiz de amanhã e, em consequência ao campeonato de 2010. A mesma, para quem não tenha lido, consta literalmente do seguinte:
(Aproveito, no entanto, a ocasião para deixar o meu bitaite opinativo (que não representa o da equipa a que pertenço)

1- Não marquei jantar por insuficiente número de confirmações;


2- Só há medalhas em Fevereiro;
(Ponto 1 e 2 – Siga para bingo)

3- A questão do regulamento está como estava, ou seja, com dúvidas, embora a grande maioria das equipas manifestassem vontade em manter o antigo, alterando, na opinião de algumas, o número de jogadores de cinco para seis;
(Com tanta alteração e proposiçãos, essa acaba por ser a solução mais sensata, incluindo manter o número de equipas proposto. Creio que, posteriormente, havendo até malta nova numa suposta C.O. se pode pegar no que as equipas foram sugerindo ao João e fazer uma adenda coerente com alterações ao que temos actualmente. Ficar à espera de um consenso, é o mesmo que não mudar nada, mas também não pode ser uma proposta estilo autista)

4- Importante, recebi fichas de inscrição de 19 equipas, 17 do ano passado e 2 novas de seu nome Power for you e Folie à Cinq. Eis o primeiro problema e não sou eu que o vou resolver. Quantas equipas jogam? O privilégio de antiguidade mantêm-se para a Irmandade do Bordel que fez duas ou três faltas de comparência sem dar cavaco a ninguém? Ou exclui-se a Irmandade? Ou continua, condicionada, tipo pena suspensa, a uma próxima falha? Se continua, qual das 2 equipas tem primazia para o lugar vago pelos Ambité?
(A única vez que se fizeram cascatas de apuramento foi no quiz de Janeiro do ano passado. E que depois se revelaram desnecessárias, devido à falta de comparência da…. Irmandade do Bordel. Acho que gastaram os créditos todos em 2009. Se o quiz estiver estabelecido para 16 ou se volta ao pré-apuramento (mini cascata ou penalties de 5 perguntas para equipa) e aí fazia-o entre 4 equipas: Irmandade (pelos motivos já descritos), último classificado e duas novatas, para se apurarem duas, ou se faz um quiz para 18 (sujeito à disponibilidade para isso da Liga dos Últimos). Isto vai é dar uma odisseias logo para começar.
Se for em moldes restritos, começam os do ano passado e, a partir de Fevereiro, saem os dois últimos para entrar quem fica de fora
)

5- Alarga-se o número de jogadores por equipa de 5 para 6? Ou fica na mesma, podendo no entanto usar-se a rotatividade entre cascatas? Ou fica só na mesma;
(Creio que 5 é um número a manter como fixo na mesa. O sexto elemento, caso o desejem, poderia trocar a meio de cada nível (portanto no fim da 3a cascata). Corropio no final de cada cascata parece-me excessivo)

6- Analisar a possibilidade de cada equipa pagar mais 5 euros durante 3 sessões, de forma a comparticiparmos na compra de um projector para o jogo?
(Parece-me uma sugestão válida, em que todos beneficiam No entanto, em vez de 5€ em 3 prestações, que tal cada equipa chutar já os 15€ em Janeiro e adiantar serviço?)


7- Substituir a actual CO. Eu, desde que o jogo se mantenha na Academia e por conveniência nossa, não me importo de continuar, mas dava jeito uma renovação.
(Também faz sentido arejar a CO. Seja por cooptação ou por voluntariado. Sugestões em Janeiro, para efectivação em Fevereiro?)


8- PRECISO DE SABER ISTO TUDO ANTES DE SEXTA! ISSO QUER DIZER QUINTA! E COM RESPOSTAS DE TODAS AS EQUIPAS!



Posto isto, já sabem, contactem o senhor através dos canais habituais.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Época Cascata 2010 - Get Ready



A dois dias da refrega, paira ainda alguma incerteza no ar. Ao que parece, as respostas aos emails do Johnny Bigodes são escassas e isso faz com que o jantar pré-início de época tenha ido “às malvas”, tal como o plenário tendo em conta o regulamento.

A este modesto espaço também não chegou informação oficial de contratações, fusões, cisões e outras ficções. Se assim desejarem fazê-lo, poderão utilizar o mail oficial do espaço – quizadas@gmail.com que a malta arranjará forma de o anunciar. A caixa de comentários também serve, mas peca no aspecto da credibilidade, já que entre filósofos gregos, Deus e outras personagens, já lá tem aparecido de tudo.
O mesmo se aplica ao quiz de sexta-feira, caso haja disponibilidade de alguém da Liga dos Últimos (que não esteja a ultimar a cascata temática sobre jogadores do Burkina Faso) para enviar um breve preview ou algo no género.



Em relação ao assunto que vulgarmente se resolveu denominar “a história do regulamento”, a história é simples – há quem tenha gozo em regulamentar, há quem goze com quem regulamenta e há quem apenas não regule bem.
Apesar de na proposta vista existirem alguns pontos interessantes, em termos de alterações, no meu entender há uma perspectiva demasiado formal num “regulamento” naqueles moldes, que vai muito contra a disposição/informalidade de boa parte das pessoas que frequentam a cascata.

As coisas têm mudado, quando há necessidade de mudar. Se isso faz sentido em alguma alíneas, noutras há um fulgor de penalizações, sanções, afastamentos, protestos que não se adequam, uma vez mais na minha opinião, ao serão/evento de diversão que é o quiz de cascata.

Mas, havendo tempo, ainda falaremos mais pormenorizadamente sobre isso antes do quiz.

Um grande bem hajam.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Balanço da época cascatense 2009 – Tomo III

A luta continua



Chegados à última parte da tabela, tal não quer dizer que não existam histórias para contar. Aliás, esteve em disputa até quase ao último nível do quiz de Dezembro a organização do 1º jogo de 2010, em virtude da extinção dos Ambité. Acabaram por ser os elementos da Liga dos Últimos a poder sorrir e a ter a oportunidade de danificar a camisola da equipa, já em Janeiro. Em época de estreia, duas finais foram um bom augúrio, vamos ver se o quiz desta semana comprova o amadurecimento da equipa.
Os Lais da Carangueja acabaram por não conseguir chegar à organização de um quiz, depois de uma época bastante semelhante à de 2008, embora me parecendo que às vezes, talvez por falta da equipa regular, não foram tão longe como podiam.

Eles queriam mais



Apesar de terem contado com uma final, a prestação da Irmandade do Bordel, equipa remasterizada a partir dos retirados Mineteiros (haverá reforma neste sector?), deixou bastante a desejar a partir da 2a metade da época. Fechar o ano com três faltas de comparência deixa muitas dúvidas sobre o futuro desta equipa.

Abaixo de épocas anteriores estiveram também Golfinhos e NNAPED. Ambas não contaram com finais em 2009 e, no caso dos NNAPED, muitas vezes desfalcados, foi preciso esperar até Dezembro para vê-los chegar até ao 2º nível (no entanto, tal estratégia pode fazer parte de uma promessa para ver o Benfica campeão). Em 2010 estas equipas poderão surgir reforçadas para fazer face a um campeonato cada vez mais exigente.

A fechar a tabela, Defenestrados e Valentejanus. Se os primeiros podem comemorar a primeira presença numa final em 2009 e o facto de quando tiverem 35 anos a maior parte dos outras equipas já estarem senis, já os segundos, em época de baptismo têm um futuro incerto. Apesar de algum potencial revelado, entre ausências e plantel escasso em número, a sobrevivência do Homo Valentejanus pode estar em risco.

Não percam os próximos episódios, porque o artista é pago à linha.